Gastronomia | Viagens

Onde comer em Paris

| 20 de junho de 2019

Durante nossos quatro dias por Paris, provamos comidas deliciosas nos mais diversos restaurantes. Destaquei aqui nesse post os dois lugares que mais gostamos e que vale a pena você conhecer também! Vale ressaltar que ambos têm preços bons e estão super bem localizados. Aproveitem!

Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

La Creperie 12 Rue Soufflot

Crepe é um clássico francês, seja doce ou salgado. Tivemos sorte de o único local em que comemos ser simplesmente incrível! O La Creperie fica pertinho do Panthéon – se você for a Paris no verão e se sentar na varanda, tem uma vista privilegiada para o monumento! Geralmente os restaurantes muito próximos a pontos turísticos são caros e a comida não é boa, mas esse foi exceção: estava tudo excelente e o preço era justo. Pedimos quatro sabores do crepe salgado, que custou 10 euros cada. De sobremesa, escolhemos um crepe doce e um waffle, ambos acompanhados de chantilly e sorvete e super bem servidos! 

Bistrot Maison Rouge 12 Rue de la Ferronnerie – Place Marguerite de Navarre

Esse restaurante foi um super achado bem em frente ao nosso hotel, o Novotel Paris Les Halles. Meu pai e meu irmão comeram boeuf bourguignon (uma espécie de picadinho francês) e minha mãe foi de linguine com champignon. Como eu não estava com muita fome, escolhi a burrata com pão e tomatinhos… Uma das mais gostosas que já provei! O crème brûlée também estava impecável: casquinha quentinha por fora, creme gelado por dentro. 

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Gastronomia

Dois Por Um: quais restaurantes vale a pena conhecer com o guia 2019?

| 2 de junho de 2019

Vocês já ouviram falar no Dois Por Um? É um guia pela cidade de São Paulo em que todas as atrações, restaurantes e bares oferecem promoções no formato pague um, leve dois. Conhecer lugares novos e provar comidas diferentes é algo que nossa família adora fazer, então não pensamos duas vezes em comprar o livrinho e colocar em uso quase que em todos os finais de semana! 

Até o momento, todos os restaurantes que fomos retirava o prato mais barato da conta. Alguns também têm regras mais específicas, como escolher pratos apenas de massas para entrar na promoção. De qualquer forma, o desconto realmente vale a pena! O livro custou uns 120 reais e compramos dois, porque somos em quatro pessoas. Se formos considerar que os restaurantes são bem conceituados em São Paulo e os pratos saem, em média, por 60 reais, o livro acaba sendo “pago” logo na segunda saída! Incrível, né?

A lista com todos os restaurantes, bares e atrações estão no site oficial, onde também são divulgadas as vendas do livro. Eles são super concorridos e esgotam muito rápido, então vale ficar atento por volta de novembro para conseguir seu exemplar.  

Aqui nesse post, trago os lugares que mais gostamos de conhecer por meio do livro. Vou atualizando ao longo do ano, sempre que encontrarmos algum lugar que vale a pena compartilhar com vocês. Anotem as dicas e não deixem de procurar o livro nos próximos anos!

Pecorino Cucina Mediterrânea @ Rua Natingui, 1558 – Pinheiros, São Paulo

O que comemos: Cordeiro com gnocchi de sálvia (R$65), bife ancho com risoto de champignon (R$69) e bacalhau ao forno com legumes (R$68)

Economia: R$130

MiCi @ Rua Ministro Ferreira Alves, 244 – Perdizes, São Paulo

O que comemos: Brusquetas caprese com tapenade de azeitonas com castanhas (R$23), costela suína com molho da casa e purê de mandioca com brie (R$59), bife de chorizo com manteiga de cogumelos, purê de couve-flor, lascas de parmesão e farofa de castanhas (R$69) e moqueca de pirarucu com jasmin ao coco e farofa de limão (R$64)

Economia: R$118

Jamile @ Rua Treze de Maio, 647 – Bela Vista, São Paulo

O que comemos: Cupim de sal com mandioca amarela e farofa de banana (R$78), moqueca baiana de peixe branco, com camarão e farofa de mandioca com pimenta e coentro (R$78), ragu de rabada com nhoque de batata e agrião (R$78), salmão com crosta de pistache, creme de aspargos e aspargos grelhados (R$84), doce de banana com ganache de chocolate 70%, chantilly de doce de leite e farofa de castanha do Pará (R$23) e charuto de chocolate – massa crocante de chocolate meio amargo, recheada de creme patisserie com Callebaut e sorvete de pistache (R$28)

Economia: R$156

Praça São Lourenço @ Rua Casa do Ator, 608 – Vila Olímpia, São Paulo

O que comemos: Costeleta de vitelo empanado com pão e ervas e assado no forno a lenha, acompanha nhoque de abóbora na manteiga de manjerona e picles de cebola roxa (R$89), lombo de bacalhau assado ao forno sobre camada de pimentões aromáticos, batatinhas e cebolas douradas (R$107), bife de chorizo de Angus na grelha, vegetais e batata suflê (R$95), risoto de camarão com limão siciliano e tomate crocante (R$95)

Economia: R$184

El Carbón @ Rua Pamplona, 1704 – Rooftop (4º andar) – Jardins, São Paulo

O que comemos: Fideuá (massa típica espanhola) com camarões grelhados no carvão e molho bisque (R$96), bacalhau confitado e assado no carvão, com batata, cebola e ovo cozido (R$107), Ancho ao molho gorgonzola e batatas rústicas (R$89), paleta de cordeiro com purê de cará, brócolis tostado e farofa de castanha do pará (R$89), torta Santiago com creme inglês e sorvete de panna cotta (R$28) e mini churros com doce de leite e bananada (R$28)

Economia: R$178

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Gastronomia | Viagens

Um dia em Amsterdam: o que fazer e onde comer a melhor torta de maçã

| 26 de março de 2019

Amsterdam sempre foi um destino muito esperado aqui em casa – principalmente pela minha mãe, que sempre falava em conhecer a cidade! Tivemos pouco mais de um dia pela capital da Holanda, mas acredito que tenha sido o suficiente para aproveitarmos os principais pontos turísticos. É claro que, se você tiver mais tempo disponível, a cidade ainda tem muitos outros lugares lindos para conhecer!

CLIQUE AQUI E LEIA MAIS SOBRE A HOLANDA!

Começamos o dia pelo Museu do Van Gogh. Como é uma atração concorrida, aconselho que você visite-a logo de manhã, assim não pegará filas para entrar nem aquela multidão de pessoas tentando ver as obras. O acervo é imenso e reúne não somente as obras do pintor holandês, mas também de outros artistas que seguiam a mesma estética e conheciam o Van Gogh. O ingresso custa 19 euros e é gratuito para jovens até 17 anos.

O museu fica em Museumstraat, região onde estão os principais museus de Amsterdam, como o famosíssimo Rijksmuseum. Nós não o visitamos, mas é uma ótima pedida caso você tenha mais tempo – ele fica em um edifício lindo do século 19 e abriga várias obras de arte europeias!

Outro passeio que você pode ir logo no início do dia é a Casa da Anne Frank, com certeza minha atração favorita de Amsterdam – e talvez da viagem inteira! Anne Frank foi uma adolescente alemã que escreveu um diário entre junho de 1942 e agosto de 1944, período em que ficou escondida em um esconderijo secreto durante a ocupação nazista na Holanda. O passeio pelo Anexo Secreto onde ela e mais sete judeus ficaram escondidos por mais de dois anos é emocionante. Posso usar mil adjetivos para tentar descrever o que senti quando estive lá, mas nada substitui a visita. É um lugar que todos deveriam ir e uma história que jamais pode ser esquecida. 

Sugiro que você compre o ingresso online e reserve um horário, assim não corre o risco de enfrentar filas imensas! A entrada sai por 10 euros.

O Red Light District (Distrito da Luz Vermelha) é mundialmente famoso por ser uma região de Amsterdam em que a prostituição acontece ao vivo e a cores. A prática é legalizada no país e a região leva esse nome porque abriga vários prostíbulos em que as mulheres ficam expostas nas vitrines. Não tive coragem de tirar nenhuma foto, porque além de ser invasivo com as mulheres, retrata uma profissão tão sofrida, apesar de ser autorizada.

Além da prostituição, Amsterdam também é conhecida por legalizar o consumo de maconha. Nos chamados coffee shops, você consegue comprar maconha ou haxixe se for maior de 18 anos. Pela lei é proibido consumir na rua, por isso existem esses estabelecimentos em que as pessoas vão apenas para fumar – na prática isso é bem diferente, claro. 

A cidade de Amsterdam é um verdadeiro mar de bicicletas. Os holandeses utilizam como meio de transporte para tudo, inclusive trabalhar – o que pode parecer estranho para nós, aqui do Brasil, mas lá funciona super bem! É preciso ter atenção redobrada ao andar nas ruas, porque as bikes são velozes e não costumam respeitar os pedestres. 

No mais, esses são os principais pontos turísticos e fatos interessantes sobre Amsterdam. A cidade é perfeita para ser explorada a pé e os turistas (inclusive eu!) amam se perder entre os canais, que rendem fotos maravilhosas!

ONDE COMER EM AMSTERDAM?

Para encerrar um dia de passeios em Amsterdam, nada como provar as delícias da cidade no pequeníssimo Winkel 43. Vi essa indicação em todos os sites de viagem que li e não poderia deixar de repassar aqui pra vocês. Dizem que o lugar serve a melhor torta de maçã de Amsterdam – e eu nem ouso duvidar, porque realmente era incrível! O pedaço acompanha chantilly e é super bem servido. Outra dica é pedir os croquetes da casa (dutch meatballs), que também são deliciosos e clássicos do restaurante!

Winkel 43: Noordermarkt 43

Foi para Amsterdam e visitou outros lugares? Deixe as dicas aqui nos comentários!

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Gastronomia

Bistrô Paris 6: o hype é real?

| 14 de outubro de 2018

Foto: www.acheiusa.com

Nessa edição do Restaurant Week (28/09 a 21/10), fomos provar alguns itens do cardápio famosíssimo do Paris 6. Todos os pratos recebem nomes de famosos, que costumam frequentar as unidades de São Paulo, Rio de Janeiro e mais outras cinco cidades brasileiras. A única unidade no exterior, localizada em Miami, fechou em julho deste ano. Mas e aí, será que o hype é real? Aqui, divido com vocês minha opinião (e a da minha família) sobre o Paris 6.

Restaurant Week é um festival gastronômico no qual os restaurantes participantes montam um cardápio especial com algumas opções de entrada, prato principal e sobremesa por um preço fixo. Nessa edição, o almoço sai por R$46,90 e o jantar custa R$58,90.

Entre as três opções de saladas como entrada, pedimos a Caprese. A apresentação era simples demais comparada ao padrão conhecido da casa. Veio um pedaço super pequeno de mussarela de búfala – e, no meu prato, ela nem veio.

Os pratos principais foram a melhor parte: todos estavam incríveis! Pedi um gnocchi de brie com molho de queijos e estava divino! Minha mãe fez a mesma escolha e também adorou. Meu pai preferiu um frango à parmeggiana gratinado com queijo emmental e meu irmão foi de picadinho de carne. Tudo estava delicioso, quente e muito bem servido.

Pra finalizar, sobremesas! O clássico do Paris 6 é o GrandGateau, um petit gateau com picolé disponível em mais de 40 versões. A opção do Restaurant Week era feito com banana picada, calda de creme de avelã, raspas de côco e picolé de cocada cremosa. Pro nosso paladar, é doce demais e acaba sendo enjoativo. Pedimos também o tradicional creme brulée, um creme de baunilha coberto com casquinha de açúcar queimado. O sabor estava bom, mas o creme poderia estar mais gelado e a casquinha mais quente.

No geral, foi uma experiência ótima levando em conta a qualidade da comida e o tamanho das porções. Saímos bem satisfeitos. Única coisa que vale a pena mencionar é o cardápio físico do Paris 6 no Restaurant Week: ele não existe. Frequentamos o festival há anos e esse foi o primeiro restaurante que pediu para acessarmos o cardápio em nosso próprio celular, em vez de fornecer um cardápio simples (e que é padrão do RW) com as opções para escolhermos. 

E você, já conhece o Paris 6? Gosta dos pratos servidos por lá? Me conta! 🙂

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Gastronomia

Onde comer bem nos Estados Unidos

| 22 de julho de 2018

Sua viagem aos Estados Unidos não precisa ter uma alimentação feita 100% em lanchonetes. É fato que os hambúrgueres ou as comidas prontas são muito populares por lá, mas existem várias opções deliciosas e saudáveis que agradam o paladar brasileiro. Se você procura restaurantes além do fast food americano, separei algumas opções que possuem uma boa variedade de cardápios e preços ótimos. Enjoy!

Red Lobster é super conhecido por servir frutos do mar a um preço justo. Apesar de ser especializado nesse tipo de culinária, – o próprio nome já entrega, até porque “lobster” significa lagosta – o restaurante tem diversas opções de pratos deliciosos, como carnes e massas. São mais de 700 unidades espalhadas tanto pelos Estados Unidos, como por outros dez países – inclusive Brasil! 

www.redlobster.com

A especialidade do Olive Garden são os pratos italianos, mas saiba que todas as comidas que provamos lá estavam ótimas. O restaurante costuma oferecer algumas versões de combinados, que podem incluir saladas e sopas a preços bem bacanas quando combinados com o prato principal. No geral, acredito que essa seja a melhor opção da lista: valor um pouco abaixo que os outros, comidas de excelente qualidade, tempo de espera inferior e ótimo serviço! 

www.olivegarden.com

Passar no The Cheesecake Factory é praticamente parada obrigatória! Sou fã do restaurante porque, além de ter pratos deliciosos, o preço é justo! Como o destaque do local são os clássicos cheesecakes, sugiro que compartilhem o prato principal (porque são bem servidos) e guardem um espacinho para essa sobremesa deliciosa! Tem um post completinho aqui no blog com mais informações, valores e fotos, para acessar é só clicar aqui

www.thecheesecakefactory.com

Apesar do nome, não se engane: o California Pizza Kitchen não fica apenas no golden state. Com estabelecimentos espalhados por todo os Estados Unidos, a rede ainda é pouco conhecida entre os brasileiros que vão viajar para lá. O que achei mais legal do restaurante são as opções combinadas. Pedi uma pizza individual de cogumelos que acompanhava uma saladinha deliciosa. Deu pra matar a vontade de comer pizza, mas balanceando com algo mais saudável.

www.cpk.com

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