Viagens

Como entrei de graça nos pontos turísticos de Paris

| 8 de agosto de 2019

Quando fazemos um planejamento antes de viajar, é comum estimar gastos com pontos turísticos da cidade – entradas de museus, parques e atrações gerais. Mas e se eu te disser que, pelo menos em Paris, eu consegui fazer todos eles de graça? Vou explicar.

Vários pontos turísticos não somente de Paris, mas de toda a França, são gratuitos para menores de 18 anos e para jovens entre 18 e 25 anos residentes da União Europeia. Como eu tenho cidadania e passaporte espanhol, consegui acessar várias atrações gratuitamente apenas apresentando meu passaporte. Lugares como o Museu do Louvre, Palácio de Versailles e Arco do Triunfo permitem a entrada gratuita com o documento. Já a Torre Eiffel, por exemplo, não aceita e você precisa pagar se quiser subi-la – o que eu particularmente acho desnecessário e expliquei o por que aqui.

Ok, eu sou maior de 26 anos ou não tenho cidadania europeia. O que posso fazer para economizar nos pontos turísticos de Paris?”

A primeira dica é checar a programação dos lugares. Aqui em São Paulo, o MASP tem entrada gratuita todas as terças-feiras. Vários museus da Europa fazem o mesmo – o ingresso para o Louvre sai de graça no primeiro sábado do mês, por exemplo! Entre no site oficial de cada atração e tente conciliar com o roteiro da sua viagem, mas levando em conta que a entrada gratuita pode fazer com que o local receba mais visitantes. 

Outra possibilidade para economizar em Paris é comprar o Paris Museum Pass, um passe que dá acesso a mais de 50 museus e monumentos da cidade luz. O valor do ticket depende da quantidade de dias que você irá utilizá-lo – dois dias, por exemplo, sai por 48 euros. Há também os tickets para quatro e seis dias, respectivamente 62 e 74 euros. Outra grande vantagem de usar o passe é que você não precisa enfrentar as enormes filas de bilheteria! Nós compramos dois (um para meu pai e um para minha mãe) no próprio aeroporto de Paris, mas você consegue ver outros pontos de venda no site oficial: www.parismuseumpass.com

Clique aqui e leia mais dicas de Paris!

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Gastronomia | Viagens

Onde comer em Paris

| 20 de junho de 2019

Durante nossos quatro dias por Paris, provamos comidas deliciosas nos mais diversos restaurantes. Destaquei aqui nesse post os dois lugares que mais gostamos e que vale a pena você conhecer também! Vale ressaltar que ambos têm preços bons e estão super bem localizados. Aproveitem!

Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

La Creperie 12 Rue Soufflot

Crepe é um clássico francês, seja doce ou salgado. Tivemos sorte de o único local em que comemos ser simplesmente incrível! O La Creperie fica pertinho do Panthéon – se você for a Paris no verão e se sentar na varanda, tem uma vista privilegiada para o monumento! Geralmente os restaurantes muito próximos a pontos turísticos são caros e a comida não é boa, mas esse foi exceção: estava tudo excelente e o preço era justo. Pedimos quatro sabores do crepe salgado, que custou 10 euros cada. De sobremesa, escolhemos um crepe doce e um waffle, ambos acompanhados de chantilly e sorvete e super bem servidos! 

Bistrot Maison Rouge 12 Rue de la Ferronnerie – Place Marguerite de Navarre

Esse restaurante foi um super achado bem em frente ao nosso hotel, o Novotel Paris Les Halles. Meu pai e meu irmão comeram boeuf bourguignon (uma espécie de picadinho francês) e minha mãe foi de linguine com champignon. Como eu não estava com muita fome, escolhi a burrata com pão e tomatinhos… Uma das mais gostosas que já provei! O crème brûlée também estava impecável: casquinha quentinha por fora, creme gelado por dentro. 

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Viagens

Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

| 6 de junho de 2019

Paris é uma cidade apaixonante. Lembro que a primeira vez que estive lá foi a realização de um sonho. Me senti dentro de um filme ao andar pelas ruas com os clássicos bistrôs e prédios baixos. Voltar para a cidade mais de quatro anos depois trouxe a mesma sensação de felicidade… Acho que é um dos lugares mais especiais do mundo!

Nessa passagem por Paris, tivemos quase quatro dias para percorrer as atrações turísticas mais interessantes da cidade. Foi o suficiente, mas é o que sempre digo quando compartilho qualquer roteiro por aqui: sempre há mais coisas a se fazer em qualquer lugar! Tem um roteiro estendido? Então complemente os passeios mais básicos com outros mais diferentões na cidade luz e até mesmo nas redondezas. Mas, se o tempo for curto como o nosso, aqui você encontra o principal e indispensável de Paris. Voilà!

Onde comer em Paris

DIA 1

Eu poderia passar dias e mais dias descobrindo o Palácio de Versailles. Que lugar incrível! Ele fica a aproximadamente uma hora da capital francesa e o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou trem. Essa foi a primeira atração que conferimos ao chegar na França, pois viajamos a manhã toda e tínhamos apenas a tarde para passear. Deu certinho, porque é preciso de ao menos meio dia para conhecer o local e incluir o tempo de deslocamento (por isso disse que são quase quatro dias hehe).

O Palácio de Versailles foi lar da monarquia durante os anos de ouro. Foi construído a mando de Luis XIV, o Rei-Sol, que levou a corte e mais 6 mil integrantes para morar no castelo – considerado um dos maiores do mundo! Além do palácio, a visita também contempla os famosos jardins, que se estendem por muitos quilômetros.

A entrada sai por 20 euros, mas menores de 18 anos e europeus menores de 26 anos não pagam.

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DIA 2

Datada do início do século 12, a Catedral de Notre-Dame de Paris é uma construção gótica localizada na Île de la Cité, pequena ilha no Rio Sena. Com sua arquitetura imponente, foi palco da coroação de Napoleão Bonaparte como imperador da França e ficou amplamente conhecida pelo clássico O Corcunda de Notre-Dame, obra de 1831 do escritor francês Victor Hugo.

Em abril de 2019, poucos meses após nossa visita, a catedral foi atingida por um incêndio devastador, em que estruturas foram derrubadas e obras destruídas pelo fogo. Por conta disso, acredito que as visitas fiquem comprometidas por um tempo, mas ainda vale registrar nossa experiência no local. Além de visitar o seu interior, é possível fazer um passeio pelo topo da igreja, que custa 10 euros. A vista é linda e tirei uma das fotos mais incríveis da minha vida! Sem dúvidas é uma atração a se incluir no roteiro, mesmo que ainda esteja fechada por conta do incêndio e reformas.

Clique aqui e saiba mais no site oficial.

De acordo com o dicionário grego, panteão significa o conjunto de deuses de determinada religião. Atualmente, utiliza-se esse nome para descrever um local que abriga os restos mortais de pessoas notáveis. Já conhecemos o panteão de Roma (clique aqui para relembrar o post) e agora fomos ao de Paris. 

O monumento fica no 5º arrondissement, próximo à Universidade de Sorbonne e ao Jardin du Luxembourg. A construção foi concluída em 1790 e, desde então, serve como um espaço de homenagem à artistas, escritores e figuras importantes da França. Jean-Jacques Rousseau, Victor Hugo, Alexandre Dumas e René Descartes são algumas personalidades enterradas no local. Além das criptas, o Panthéon de Paris também é muito conhecido por hospedar o pêndulo de Foucault, que demonstra a rotação da Terra. O dispositivo fica pendurado por uma corda e nunca para de se mover. A entrada para o Panthéon custa 9 euros.

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O Museu D’Orsay logo impressiona pela arquitetura. O edifício foi uma estação ferroviária por 39 anos, posteriormente dando lugar a um museu de obras de arte inaugurado em 1986. Sua marca registrada é o grande relógio no átrio principal, preservado desde o início do século 20. Entre os artistas que ganharam exposições no local, destacam-se pintores e escultores impressionistas, como Claude Monet, Edgar Degas, Pierre-Auguste Renoir e muitos outros.

A entrada para o museu custa 15 euros para adultos.

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DIA 3

O Louvre é uma atração turística tão indispensável que, se eu visitasse Paris todos os anos, sempre faria questão de passar algumas horinhas por lá. Ele não só é um monumento histórico, mas também o maior museu de arte do mundo! O palácio que abriga o museu foi construído inicialmente para ser uma fortaleza nos séculos 12 e 13, sendo em seguida usufruído como residência dos reis franceses. Foi apenas em 1793, a mando do rei Luis XIV, que passou a expôr pinturas do acervo real e da Igreja. Em contraposição às construções centenárias, as modernas pirâmides do Louvre também chamam atenção. Elas foram projetadas pelo arquiteto I.M.Pei e concluídas em 1993.

Muito além da Monalisa, o Louvre é berço de obras conhecidíssimas ao redor do mundo. Por lá, encontra-se A Liberdade Guiando o Povo, pintura de Delacroix, e a escultura Venus de Milo, da Antiga Grécia. O ingresso para acessar o museu sai por 17 euros.

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O Arco do Triunfo foi inaugurado em 1836 como uma homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte. Ele fica bem em frente à Champs-Élysées, a avenida mais famosa de Paris. Do topo, temos uma vista privilegiada da cidade. Vale cada degrau! A entrada sai por 12 euros.

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Visitar a Basílica de SacreCoeur e passear pela região de Montmartre me transportou para a Paris da década de 1920. Meu conselho é que você vá no fim da tarde (o pôr-do-sol ali é surreal!) e jante em algum dos bistrôs que têm por lá. A basílica do início do século 20 fica no ponto mais alto da cidade e tem entrada gratuita. Já o bairro de Montmartre ficou conhecido pelos cabarés, como o famosíssimo Moulin Rouge, e é considerada a região mais noturna de Paris. Além disso, também foi berço de encontros artísticos entre pintores como Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec. Até hoje é possível encontrar artistas de rua pelo local, oferencendo caricaturas feitas na hora e quadros que expõem a beleza da cidade. 

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DIA 4

O maior símbolo de Paris é a Torre Eiffel, fato! A torre de ferro foi inaugurada em 1889 com o objetivo de ser temporária, mas decidiram mantê-la por ser um ponto alto ótimo para transmissões de rádio. Impossível visitar a cidade e nem ao menos vê-la, mas saiba que, se você não fizer questão, não há a menor necessidade de pagar para subir na torre. Explico: a vista de cima é linda, mas não é imperdível. Eu fui apenas na primeira vez que estive na cidade e, dessa vez, optamos por não subir. Acho mais interessante, por exemplo, pagar para subir os (intermináveis) degraus da Notre Dame, que garantem uma foto maravilhosa de Paris com a Torre Eiffel ao fundo! Lembrando que essa é apenas uma sugestão; se você tiver tempo e verba para esse passeio, se joga! O ingresso sai por 16 euros até o segundo andar da torre via elevador (de escadas, há uma economia de 6 euros!).

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Lembram das aulas de história em que aprendemos sobre o glorioso império de Napoleão Bonaparte? O imperador quis levar todo esse triunfo até mesmo ao seu túmulo, que fica no Hôtel des Invalides, o museu do exército francês. Seus restos mortais foram alocados na parte inferior de um vão, de forma que os visitantes abaixem a cabeça e “prestem referência” ao olhar para o túmulo. A entrada para o museu e outras instalações do local sai por 12 euros.

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O Museu Rodin foi inaugurado em 1919, após o escultor Auguste Rodin doar suas obras ao governo francês e pedir para que o Hôtel Biron, onde morava, fosse transformado em um museu. A partir de então, a charmosa mansão do século 18, assim como os jardins, receberam as obras mais famosas de Rodin, como O BeijoO Pensador e a Porta do InfernoA entrada para conhecer as instalações custa 13 euros.

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Paris ficou ainda mais especial depois dessa visita! É o tipo de cidade que você pode ir várias e várias vezes, mas sempre haverá algum cantinho novo para descobrir. Mal vejo a hora de voltar!

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Viagens

18 dias em 4 países: roteiro pela Inglaterra, Bélgica, Holanda e França

| 22 de janeiro de 2019

Nesses 18 dias de viagem, fomos para Inglaterra, Bélgica, Holanda e França. E olha… Eu amei! Acho que o mais legal é que os países têm suas diferenças entre si, o que não deixa a viagem monótona. Eu já conhecia a Inglaterra e a França, fui pra lá em 2014 para fazer intercâmbio – minha primeira vez na Europa e primeira vez viajando sozinha, um super marco! Agora voltei com a família e relembrar os momentos que vivi por lá foi emocionante. De quebra, ainda conheci dois países novos: Bélgica e Holanda, que amei também!

Neste post, compartilho com vocês nosso roteiro de 18 dias pela Europa. Importante acrescentar que é um roteiro bruto, sem descrição dos lugares turísticos e informações extras. Vou fazer posts detalhados para os lugares mais legais que visitamos e aí sim colocarei todas essas informações, ok?!

DIA 1

Nosso voo desembarcou logo pela manhã no aeroporto de Londres. Alugamos um carro para viajar pela Inglaterra e a primeira parada foi Oxford, a 65km da capital inglesa. Um dia é mais do que suficiente para conhecer a cidadezinha. Vale visitar o Museu da História e da Ciência (onde fica o quadro negro de Einstein), a Praça Radcliffe e alguns colleges da Universidade de Oxford.

DIA 2

Saímos de Oxford a caminho de Manchester, viagem que dura aproximadamente 3 horas de carro. Chegamos no horário do almoço e tivemos a tarde para passear. 

* Pontos turísticos: Piccadilly Gardens, Exchange Square, Shambles Square, Manchester Cathedral, Museu Nacional do Futebol, Praça Albert.

DIA 3

Fizemos um bate-volta até Liverpool, a cidade dos Beatles! Não deixe de ir ao Albert Dock, entrar no Cavern Club e conhecer a Catedral de Liverpool.

DIA 4

Nosso último dia em Manchester começou com o passeio pelo Alan Turing Memorial e os jardins de Sakville. A tarde, meu pai e meu irmão foram ao jogo do Manchester United, enquanto eu e minha mãe ficamos em um shopping perto do estádio. Quando a partida terminou, encaramos 3 horas de carro com destino a Bristol.

@barbara_pereira

DIA 5

O dia estava cheio de atividades e começou cedo, ainda na cidade de Bristol. Conhecemos a ponte Clifton e passeamos pela praça Queen Square, que ficava pertinho do nosso hotel. Partimos para o almoço na cidade de Bath, onde provamos o melhor fish&chips da viagem! Como o tempo estava curto, não conseguimos conhecer as termas, ponto mais famoso da cidade. Próxima parada era Stonehenge, mas tivemos um imprevisto: chegamos 15 minutos após a último turma. De lá, fomos para Londres.

DIA 6

Nosso último destino na Inglaterra era Londres, a capital do país. Como é uma cidade bem grande e não estávamos de carro, fizemos uma programação bem detalhada e definimos horários para cada passeio. 

* Pontos turísticos: St. Paul Cathedral, Piccadilly Circus, Hyde Park e Winter Wonderland, Harrods, musical “O Fantasma da Ópera”.

DIA 7

* Pontos turísticos: London Eye, Abadia de Westminster e Big Ben, Palácio de Buckingham e troca da guarda, National Gallery e Trafalgar Square, musical “Thriller”.

DIA 8

* Pontos turísticos: Tower Bridge e Tower of London, Borough Market, British Museum.

O dia terminou cedo porque nosso voo saía às 7h da manhã. Voltamos ao hotel, arrumamos as malas e partimos para a segunda parte da viagem!

DIA 9

Desembarcamos em Paris por volta de 10h. No aeroporto, alugamos um carro e saímos com destino a Bruxelas. Chegamos cedo e ainda deu pra conhecer um pouco da cidade.

DIA 10

A verdade é que Bruxelas não precisa de mais de um dia (inclusive, você pode fazer um bate-volta de alguma outra capital próxima, como Amsterdam). Porém, nosso roteiro reservava o dia inteiro para a cidade. Deu pra conhecer tudo e ainda descansar rs!

* Pontos turísticos: Grand Place, Galeries Royales Saint-Hubert, Mont des Arts, Catedral de São Miguel, Manneken Pis.

DIA 11

Acordamos cedo e fomos para duas cidades próximas de Bruxelas: Bruges e Gante! Ficamos em Bruges até depois do almoço, quando partimos para conhecer Gante. Em ambas as cidades, não tínhamos um roteiro fixo. Elas são bem pequenas e perfeitas para se perder nas ruas!

@barbara_pereira

DIA 12

Saímos cedo de Bruxelas com destino a Amsterdam. Foram quase 3 horas de viagem e chegamos a tempo do almoço. O restante do dia foi se perder entre os canais e descobrir a cidade!

DIA 13

Começamos o passeio em Amsterdam pelo Museu do Van Gogh, fomos à casa de Anne Frank, conhecemos o Red Light District e finalizamos a noite com os canais iluminados para o Festival de Luzes de Amsterdam, que ocorre no inverno.

DIA 14

Inicialmente, nosso roteiro tinha uma breve passagem por Haia e Roterdã, mas decidimos sair de Amsterdam e ir direto à Antuérpia, na Bélgica. A cidade é super famosa pelos diamantes! 

DIA 15

Mais uma vez, o dia começa cedo. Saímos de Antuérpia em direção a Versailles, trajeto que levou quase 4 horas, mas deu para chegar a tempo de curtir o palácio. De Versailles à Paris, levamos cerca de uma hora e por lá devolvemos o carro.

DIA 16

Assim como foi em Londres, nós também fizemos Paris a pé e planejamos uma programação para as principais atrações ao longo de três dias.

* Pontos turísticos: Museu do Louvre, Champs-Élysées, Arco do Triunfo, Montmartre e a Basílica de SacreCouer.

DIA 17

* Pontos turísticos: NotreDame, Pantheon, Museu d’Orsay, Galeries Lafayette.

DIA 18

* Pontos turísticos: Museu Picasso, Jardim Trocadéro, Torre Eiffel, Museu des Invalides, Museu Rodin.

@barbara_pereira

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Viagens

#BaAroundTheWorld: França

| 28 de setembro de 2014

Foram 3 semanas maravilhosas na Inglaterra… Depois partimos para a França! Lá, passeávamos o dia todo e com apenas 5 dias foi possível conhecer grande parte de Paris, a capital francesa onde ficamos hospedados.

O Museu do Louvre é parada obrigatória para quem está visitando Paris. Ele é imenso, então para quem gosta de ver tudo, é legal separar quase um dia inteiro.

Mona Lisa, de Leonardo da Vinci

Famoso Arco do Triunfo, monumento construído em homenagem à Napoleão Bonaparte no século 19

A Champs-Elysées é uma das avenidas mais famosas da cidade, reunindo diversas lojas, principalmente as de grife

Basílica de Sacré-Coeur

Catedral de Notre-Dame

A gigantesca loja de departamento Galeries Lafayette está mais para um shopping de luxo: recheada de marcas famosas, a Galeria tem 10 andares e seu interior é lindíssimo!

Durante o dia, subimos a Torre Eiffel e pudemos ver a vista de lá de cima.

O Palácio de Versailles era um dos meus lugares mais esperados de toda a viagem… Ele é gigantesco, tem “apenas” 700 quartos e muita coisa legal para visitar!

 

Os jardins são sua marca registrada e além de bonitos são imensos.

Nosso último dia de viagem foi reservado para um dos passeios mais esperados: Disneyland Paris!

Além dos diversos brinquedos que havia no parque, uma das minhas atrações preferidas foi esse restaurante do próprio chef Rémy, de Ratatouille!

A decoração do interior do restaurante era demais! Simulava o ambiente do filme, como se nós fossemos os ratinhos. Vejam o tamanho do prato, talheres, luzes no teto…

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