Gastronomia | Viagens

Um dia em Amsterdam: o que fazer e onde comer a melhor torta de maçã

| 26 de março de 2019

Amsterdam sempre foi um destino muito esperado aqui em casa – principalmente pela minha mãe, que sempre falava em conhecer a cidade! Tivemos pouco mais de um dia pela capital da Holanda, mas acredito que tenha sido o suficiente para aproveitarmos os principais pontos turísticos. É claro que, se você tiver mais tempo disponível, a cidade ainda tem muitos outros lugares lindos para conhecer!

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Começamos o dia pelo Museu do Van Gogh. Como é uma atração concorrida, aconselho que você visite-a logo de manhã, assim não pegará filas para entrar nem aquela multidão de pessoas tentando ver as obras. O acervo é imenso e reúne não somente as obras do pintor holandês, mas também de outros artistas que seguiam a mesma estética e conheciam o Van Gogh. O ingresso custa 19 euros e é gratuito para jovens até 17 anos.

O museu fica em Museumstraat, região onde estão os principais museus de Amsterdam, como o famosíssimo Rijksmuseum. Nós não o visitamos, mas é uma ótima pedida caso você tenha mais tempo – ele fica em um edifício lindo do século 19 e abriga várias obras de arte europeias!

Outro passeio que você pode ir logo no início do dia é a Casa da Anne Frank, com certeza minha atração favorita de Amsterdam – e talvez da viagem inteira! Anne Frank foi uma adolescente alemã que escreveu um diário entre junho de 1942 e agosto de 1944, período em que ficou escondida em um esconderijo secreto durante a ocupação nazista na Holanda. O passeio pelo Anexo Secreto onde ela e mais sete judeus ficaram escondidos por mais de dois anos é emocionante. Posso usar mil adjetivos para tentar descrever o que senti quando estive lá, mas nada substitui a visita. É um lugar que todos deveriam ir e uma história que jamais pode ser esquecida. 

Sugiro que você compre o ingresso online e reserve um horário, assim não corre o risco de enfrentar filas imensas! A entrada sai por 10 euros.

O Red Light District (Distrito da Luz Vermelha) é mundialmente famoso por ser uma região de Amsterdam em que a prostituição acontece ao vivo e a cores. A prática é legalizada no país e a região leva esse nome porque abriga vários prostíbulos em que as mulheres ficam expostas nas vitrines. Não tive coragem de tirar nenhuma foto, porque além de ser invasivo com as mulheres, retrata uma profissão tão sofrida, apesar de ser autorizada.

Além da prostituição, Amsterdam também é conhecida por legalizar o consumo de maconha. Nos chamados coffee shops, você consegue comprar maconha ou haxixe se for maior de 18 anos. Pela lei é proibido consumir na rua, por isso existem esses estabelecimentos em que as pessoas vão apenas para fumar – na prática isso é bem diferente, claro. 

A cidade de Amsterdam é um verdadeiro mar de bicicletas. Os holandeses utilizam como meio de transporte para tudo, inclusive trabalhar – o que pode parecer estranho para nós, aqui do Brasil, mas lá funciona super bem! É preciso ter atenção redobrada ao andar nas ruas, porque as bikes são velozes e não costumam respeitar os pedestres. 

No mais, esses são os principais pontos turísticos e fatos interessantes sobre Amsterdam. A cidade é perfeita para ser explorada a pé e os turistas (inclusive eu!) amam se perder entre os canais, que rendem fotos maravilhosas!

ONDE COMER EM AMSTERDAM?

Para encerrar um dia de passeios em Amsterdam, nada como provar as delícias da cidade no pequeníssimo Winkel 43. Vi essa indicação em todos os sites de viagem que li e não poderia deixar de repassar aqui pra vocês. Dizem que o lugar serve a melhor torta de maçã de Amsterdam – e eu nem ouso duvidar, porque realmente era incrível! O pedaço acompanha chantilly e é super bem servido. Outra dica é pedir os croquetes da casa (dutch meatballs), que também são deliciosos e clássicos do restaurante!

Winkel 43: Noordermarkt 43

Foi para Amsterdam e visitou outros lugares? Deixe as dicas aqui nos comentários!

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Viagens

Londres em 3 dias: o que fazer?

| 17 de fevereiro de 2019

Londres é uma metrópole com lugares incríveis para conhecer. Minha primeira vez na cidade foi em 2014, quando fiz intercâmbio na Inglaterra, mas confesso que tive poucas oportunidades para passear de fato por lá. De volta quatro anos depois, pude conhecer pontos turísticos que ainda não tinha ido e turistar de verdade na capital inglesa! Confira abaixo meu roteiro de três dias por Londres.

Clique aqui e saiba onde comer em Londres!

DIA 1

A St. Paul Cathedral é magnífica. Chegamos em Londres a noite e vê-la iluminada foi realmente lindo. De dia, a beleza é tão incrível quanto! A construção foi iniciada no século 7 e terminou apenas em 1677 – quase mil anos em constantes reformas! Em 1981, foi palco de um dos casamentos mais famosos da história: Lady Diana e o príncipe Charles oficializaram a união na catedral que hoje é considerada a segunda maior do mundo, ficando atrás apenas da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

É possível conhecer o interior da catedral e subir até a cúpula. A entrada sai por 18 libras e você encontra mais detalhes no site oficial: www.stpauls.co.uk.

O Hyde Park é o parque mais conhecido de Londres – e talvez do Reino Unido inteiro! É incrivelmente grande e abriga restaurantes, cafés, clube de tênis, boliche e até cavalos para prática de hipismo! Já foi palco (literalmente) de grandes shows, como Green Day, Rolling Stones e Madonna.

No verão, o parque é delicioso para aproveitar a natureza. Há também atividades no lago Serpentine, que cruza o parque todo. Já no inverno, a Winter Wonderland é parada obrigatória. A feira de Natal tem entrada gratuita e é uma verdadeira experiência de filme! São várias atrações divertidas e barraquinhas com comidas deliciosas… Dá pra sentir o espírito natalino no ar!

Para mais informações, acesse www.royalparks.org.uk/parks/hyde-park e www.hydeparkwinterwonderland.com.

Historicamente, o Reino Unido sempre se destacou com a criação de lojas de departamento e a Harrods é uma das mais famosas do mundo, fundada em 1834. A loja fica pertinho do Hyde Park e reúne grifes de luxo, como Stella McCartney, Balmain e Burberry.

Assim como a Broadway em Nova York, Londres também tem um bairro famoso pelos musicais. West End fica pertinho da Trafalgar Square e da Piccadilly Circus, praças movimentadas da cidade.

Como são atrações muito procuradas, recomendo que você faça a compra online antecipadamente. Nós assistimos dois musicais, O Fantasma da Ópera e Thriller (do Michael Jackson), um em cada dia. O primeiro foi incrível, sem dúvidas voltaria para ver mais vezes! Já o segundo tem uma pegada diferente, meio show mesmo, então eu recomendo você deixar de lado e dar prioridade para outras peças, como Os Miseráveis, O Rei Leão ou até mesmo Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

DIA 2

Impossível viajar para Londres e nem ao menos passar pela London Eye. A roda gigante é não somente um símbolo da cidade, mas uma das atrações mais visitadas por lá. O passeio custa em torno de 25 libras e dura meia hora. Lá de cima, você confere uma vista linda da cidade.

Como eu fiz o passeio na primeira vez que visitei Londres em 2014, não achei necessário fazer de novo – na verdade, eu diria que é um passeio substituível, porque acaba saindo bem caro apenas para subir e dar a volta. Se você estiver em dúvida se deve ou não fazer, minha dica é que guarde esse tempo e dinheiro para outra atração.

Outro ponto turístico que representa Londres é o famoso Big Ben. Na verdade, o nome não se refere ao relógio, mas sim ao sino localizado dentro do Palácio de Westminster, o parlamento britânico. A obra está em reforma há algum tempo e deve finalizar apenas em 2022, mas continua rendendo fotos lindas! 

A poucos passos do Big Ben, está a Abadia de Westminster. É famosa mundialmente por ser o local de coroação e sepultamento dos reis e rainhas da Inglaterra desde 1066. Em setembro de 1997, recebeu o funeral da Lady Diana; já em 2011, celebrou o casamento do príncipe William com Kate Middleton.

É possível visitar o interior da igreja por 20 libras. No site oficial você encontra valores e mais detalhes sobre a visitação: www.westminster-abbey.org.

O Palácio de Buckingham é a residência oficial da rainha da Inglaterra e protagoniza uma das atrações mais famosas do país: a troca da guarda. A cerimônia acontece na entrada principal e consiste basicamente em uma troca dos guardas reais responsáveis pela segurança do palácio.

É muito importante chegar cedo caso você queira ver de pertinho. Quando fui pela primeira vez, consegui ficar grudada nos portões do palácio (e olha que era verão, bem mais lotado!). Dessa vez ficamos bem mais longe, mas já deu pra curtir. Os horários variam dependendo da época do ano, então vale checar certinho no site oficial: www.changing-guard.com/dates-buckingham-palace.html. 

A National Gallery é um museu de arte fundado em 1824 e localizado na praça Trafalgar Square, lugar super central de Londres. Abriga mais de 2 mil obras de arte, entre elas O Casal Arnolfini de Jan van Eyck. A entrada é gratuita e você confere mais informações no site oficial: www.nationalgallery.org.uk

DIA 3

A Tower Bridge foi construída no século 19 sobre o rio Tâmisa. Com o tempo, a ponte também acabou virando uma atração característica de Londres e já apareceu em vários filmes. É possível visitar o interior da ponte e descobrir como funcionava o sistema de elevação, já que na época de sua construção, havia um grande fluxo no rio, que necessitava uma ponte móvel.

A visitação custa por volta de 10 libras, mas tem desconto se você comprar online (www.towerbridge.org.uk).

Bem pertinho da ponte, existe a Tower of London, também na margem do rio Tâmisa. É um castelo e palácio histórico fundado no final do século 11. Ao longo dos anos desempenhou funções diversas, como residência real, prisão, depósito de armas, tesouraria e agora abriga as joias da coroa britânica. Dessa vez não conheci o interior, mas sem dúvidas estará na minha lista quando voltar a Londres.

A entrada custa 22 libras e também dá pra comprar online (www.hrp.org.uk/tower-of-london). 

O British Museum é antiquíssimo: foi fundado em 1759 e é considerado o primeiro grande museu público e gratuito. A coleção permanente destaca-se com peças do Egito e Grécia Antiga, como a Pedra de Roseta (na foto abaixo) e pedaços do Partenon – esse último, inclusive, já foi motivo de briga entre Inglaterra e Grécia, já que as peças foram roubadas por ingleses. 

A entrada é gratuita e os horários de funcionamento estão disponíveis no site www.britishmuseum.org

Se você também tem um roteiro de três dias por Londres, mas que inclui atrações diferentes, deixa aqui nos comentários suas dicas! Vamos trocar figurinhas <3

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Viagens

18 dias em 4 países: roteiro pela Inglaterra, Bélgica, Holanda e França

| 22 de janeiro de 2019

Nesses 18 dias de viagem, fomos para Inglaterra, Bélgica, Holanda e França. E olha… Eu amei! Acho que o mais legal é que os países têm suas diferenças entre si, o que não deixa a viagem monótona. Eu já conhecia a Inglaterra e a França, fui pra lá em 2014 para fazer intercâmbio – minha primeira vez na Europa e primeira vez viajando sozinha, um super marco! Agora voltei com a família e relembrar os momentos que vivi por lá foi emocionante. De quebra, ainda conheci dois países novos: Bélgica e Holanda, que amei também!

Neste post, compartilho com vocês nosso roteiro de 18 dias pela Europa. Importante acrescentar que é um roteiro bruto, sem descrição dos lugares turísticos e informações extras. Vou fazer posts detalhados para os lugares mais legais que visitamos e aí sim colocarei todas essas informações, ok?!

DIA 1

Nosso voo desembarcou logo pela manhã no aeroporto de Londres. Alugamos um carro para viajar pela Inglaterra e a primeira parada foi Oxford, a 65km da capital inglesa. Um dia é mais do que suficiente para conhecer a cidadezinha. Vale visitar o Museu da História e da Ciência (onde fica o quadro negro de Einstein), a Praça Radcliffe e alguns colleges da Universidade de Oxford.

DIA 2

Saímos de Oxford a caminho de Manchester, viagem que dura aproximadamente 3 horas de carro. Chegamos no horário do almoço e tivemos a tarde para passear. 

* Pontos turísticos: Piccadilly Gardens, Exchange Square, Shambles Square, Manchester Cathedral, Museu Nacional do Futebol, Praça Albert.

DIA 3

Fizemos um bate-volta até Liverpool, a cidade dos Beatles! Não deixe de ir ao Albert Dock, entrar no Cavern Club e conhecer a Catedral de Liverpool.

DIA 4

Nosso último dia em Manchester começou com o passeio pelo Alan Turing Memorial e os jardins de Sakville. A tarde, meu pai e meu irmão foram ao jogo do Manchester United, enquanto eu e minha mãe ficamos em um shopping perto do estádio. Quando a partida terminou, encaramos 3 horas de carro com destino a Bristol.

@barbara_pereira

DIA 5

O dia estava cheio de atividades e começou cedo, ainda na cidade de Bristol. Conhecemos a ponte Clifton e passeamos pela praça Queen Square, que ficava pertinho do nosso hotel. Partimos para o almoço na cidade de Bath, onde provamos o melhor fish&chips da viagem! Como o tempo estava curto, não conseguimos conhecer as termas, ponto mais famoso da cidade. Próxima parada era Stonehenge, mas tivemos um imprevisto: chegamos 15 minutos após a último turma. De lá, fomos para Londres.

DIA 6

Nosso último destino na Inglaterra era Londres, a capital do país. Como é uma cidade bem grande e não estávamos de carro, fizemos uma programação bem detalhada e definimos horários para cada passeio. 

* Pontos turísticos: St. Paul Cathedral, Piccadilly Circus, Hyde Park e Winter Wonderland, Harrods, musical “O Fantasma da Ópera”.

DIA 7

* Pontos turísticos: London Eye, Abadia de Westminster e Big Ben, Palácio de Buckingham e troca da guarda, National Gallery e Trafalgar Square, musical “Thriller”.

DIA 8

* Pontos turísticos: Tower Bridge e Tower of London, Borough Market, British Museum.

O dia terminou cedo porque nosso voo saía às 7h da manhã. Voltamos ao hotel, arrumamos as malas e partimos para a segunda parte da viagem!

DIA 9

Desembarcamos em Paris por volta de 10h. No aeroporto, alugamos um carro e saímos com destino a Bruxelas. Chegamos cedo e ainda deu pra conhecer um pouco da cidade.

DIA 10

A verdade é que Bruxelas não precisa de mais de um dia (inclusive, você pode fazer um bate-volta de alguma outra capital próxima, como Amsterdam). Porém, nosso roteiro reservava o dia inteiro para a cidade. Deu pra conhecer tudo e ainda descansar rs!

* Pontos turísticos: Grand Place, Galeries Royales Saint-Hubert, Mont des Arts, Catedral de São Miguel, Manneken Pis.

DIA 11

Acordamos cedo e fomos para duas cidades próximas de Bruxelas: Bruges e Gante! Ficamos em Bruges até depois do almoço, quando partimos para conhecer Gante. Em ambas as cidades, não tínhamos um roteiro fixo. Elas são bem pequenas e perfeitas para se perder nas ruas!

@barbara_pereira

DIA 12

Saímos cedo de Bruxelas com destino a Amsterdam. Foram quase 3 horas de viagem e chegamos a tempo do almoço. O restante do dia foi se perder entre os canais e descobrir a cidade!

DIA 13

Começamos o passeio em Amsterdam pelo Museu do Van Gogh, fomos à casa de Anne Frank, conhecemos o Red Light District e finalizamos a noite com os canais iluminados para o Festival de Luzes de Amsterdam, que ocorre no inverno.

DIA 14

Inicialmente, nosso roteiro tinha uma breve passagem por Haia e Roterdã, mas decidimos sair de Amsterdam e ir direto à Antuérpia, na Bélgica. A cidade é super famosa pelos diamantes! 

DIA 15

Mais uma vez, o dia começa cedo. Saímos de Antuérpia em direção a Versailles, trajeto que levou quase 4 horas, mas deu para chegar a tempo de curtir o palácio. De Versailles à Paris, levamos cerca de uma hora e por lá devolvemos o carro.

DIA 16

Assim como foi em Londres, nós também fizemos Paris a pé e planejamos uma programação para as principais atrações ao longo de três dias.

* Pontos turísticos: Museu do Louvre, Champs-Élysées, Arco do Triunfo, Montmartre e a Basílica de SacreCouer.

DIA 17

* Pontos turísticos: NotreDame, Pantheon, Museu d’Orsay, Galeries Lafayette.

DIA 18

* Pontos turísticos: Museu Picasso, Jardim Trocadéro, Torre Eiffel, Museu des Invalides, Museu Rodin.

@barbara_pereira

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Viagens

24h em Key West: o que fazer?

| 4 de outubro de 2018

Key West é a cidade mais ao sul dos Estados Unidos e faz parte das Florida Keys, um conjunto com mais de 800 ilhas na região da Flórida. Apelidado de caribe americano, fica mais próximo de Cuba do que de Miami, por isso tem forte influência da cultura caribenha. Grande parte das pessoas falam espanhol, os restaurantes fazem comidas típicas e há várias lojas com charutos cubanos à venda.

Nesse post, mostro os principais destaques da cidade e o que fazer se tiver apenas um dia por lá, assim como nós 🙂

A rua mais famosa de Key West é a Duval Street. Ela tem aproximadamente 2 quilômetros de extensão, o que pode ser facilmente feito a pé. Aproveite para conhecer as lojinhas e restaurantes que tem por lá. No meio do caminho, pare em alguma cafeteria ou doceria para provar a tradicional Key Lime Pie. A clássica tortinha de limão é a sobremesa mais famosa da cidade e é deliciosa! Provamos em lugares diferentes e não decepcionou. Ela ficou tão popular que o sabor já foi incorporado em cookies, torradas, balas e até chá!

O sistema de hospedagem conhecido por bed and breakfast é super comum em Key West. Os casarões antigos da cidade se transformaram em hotéis, que proporcionam uma experiência mais cultural e inserida no cotidiano. Os turistas ficam hospedados nos quartos da casa e têm direito ao café da manhã. Esse tipo de hospedagem funciona super bem para quem viaja sozinho, pois a maioria dos casarões são bem localizados (próximos da Duval Street). No entanto, vale reforçar que não há estacionamento, então atente-se à quantidade de bagagem que leva e se está de carro. 

O pier da Praça Mallory é o melhor lugar para ver o pôr-do-sol de Key West, um dos mais famoso do mundo! Todos os dias, centenas de pessoas se reúnem no local e fotografam o sol se pondo no mar. É simplesmente lindo!

Sloppy Joe’s é um dos bares mais conhecidos de Key West. Sua fama se deve ao fato de ter sido muito frequentado pelo escritor Ernest Hemingway na década de 1930. Hoje em dia, está localizado na Duval Street, mas a locação original fica na Greene Street, a poucos metros da atual, e agora tem o nome de Captain Tony’s Saloon.

Para comer, pedimos um prato super típico da região: fish and chips, que significa peixe com fritas em português. Também pedimos a versão com camarão e cada prato custou aproximadamente 16 dólares.

Se você é fã de Hemingway, a casa dele em Key West virou um dos maiores pontos turísticos da cidade. O espaço abriga os móveis em estilo colonial da época em que o escritor morava ali com a segunda esposa. Quando ele morreu, os novos proprietários decidiram preservar o imóvel e transformá-lo em um museu. A entrada custa 14 dólares e você encontra mais informações no site do The Ernest Hemingway Home & Museum.

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Viagens

Fim de semana em Campos do Jordão

| 26 de setembro de 2018

Comemoramos o aniversário do meu pai com um fim de semana repleto de comidinhas, natureza e família! Fomos passear por Campos do Jordão, cidade do interior do estado de São Paulo. No vlog, mostro como foram os dois dias que passamos por lá:

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