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Miami: o que fazer e onde comer na cidade litorânea mais famosa da Flórida

| 16 de setembro de 2019

Miami costuma estar no topo da lista de destinos de quem vai fazer a primeira viagem internacional, isso porque a cidade fica próxima a Orlando – logo, da Disney, destino super comum. É uma cidade que transita entre ser cosmopolita e relax à beira do mar, o que permite uma variedade bem legal de atividades e passeios.

Por ser bem completa, é possível passar uma semana em Miami e sempre ter coisas novas para fazer! No entanto, reúno aqui o que tem de mais indispensável na cidade litorânea mais famosa da Flórida. Anote as dicas:

Parte da fama recente de Miami veio a partir do boom da arte de rua. O maior exemplo disso são as Wynwood Walls, murais de arte ao ar livre famoso pelas fotos instagramáveis e pela pegada streetstyle underground. O bairro é todo descolado, contando com armazéns repaginados, galerias de arte, bares noturnos e lojas de roupas que atraem o público jovem para uma região não tão nobre de Miami. A dica é se perder entre as ruas e se deixar levar pelos murais! 

Clique aqui e leia o post completo sobre Wynwood Walls

Caminhar pela orla de Miami fica fácil quando é pela Ocean Drive. A avenida é uma das mais famosas da cidade e permeia o bairro de South Beach, conhecido por sua arquitetura art déco. Também há diversos restaurantes, cafés, bares e baladas que transformam a vida noturna da região. Aos amantes da moda, a casa em que Gianni Versace foi assassinado fica na Ocean Drive – e ela representa muito bem a high society que frequenta o local esbanjando carros e roupas de luxo.

Se a ideia é encurtar o passeio pela Ocean Drive, mas conhecê-la de ‘cabo a rabo’, por que não apostar em um tour de bike? Alugar bicicletas (ou patinetes rs) virou um fenômeno mundial e o custo-benefício é ótimo se você não quer deixar de conhecer a região.

Outra avenida que também virou ponto turístico é a Lincoln Road, também em South Beach. Fomos em um domingo e estava super movimentada – não com carros, mas com comércio! Ela funciona como um shopping a céu aberto, com feirinhas de rua por todo lado. 

Se você curte NBA, não pode deixar de assistir a um jogo do Miami Heat quando estiver na cidade! A animação da torcida é incrível e mesmo que você não seja um super fã do esporte, garanto que vai se divertir ao ver de perto os maiores astros do basquete. 

Minha passagem por Miami não contou com nenhum restaurante mirabolante ou inusitado – muito pelo contrário, fui apenas em lugares que têm unidades espalhadas pelo país. No entanto, isso não significa que comi mal. Aqui, separei duas indicações que já ganharam posts únicos no blog e que valem o reforço.

Se existe um restaurante nos Estados Unidos que faz sobremesas incríveis, esse lugar é o The Cheesecake Factory! Apesar dos destaques serem os doces, os pratos principais do restaurante também são deliciosos. O preço é ótimo, levando em conta a qualidade das refeições oferecidas. Saiba mais sobre o The Cheesecake Factory clicando aqui.

As clássicas batatinhas em zig zag fazem a fama do Shake Shack. A rede de lanchonetes foi criada em 2004 como um carrinho de hot dog na agitada Manhattan. Hoje, está espalhada pelo país inteiro e faz o maior sucesso. Saiba mais sobre o Shake Shack clicando aqui.

Clique aqui e confira mais posts sobre a Flórida!

Por Marina Marques

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Viagens

Wynwood Walls: um passeio pelos murais de arte de Miami

| 24 de agosto de 2019

Conhecer os murais de arte mais famosos de Miami era parada obrigatória quando estive por lá. Já conhecia pelas fotos instagramáveis e sabia que a pegada streetstyle underground ia render ótimos cliques. Dito e feito! As chamadas Wynwood Walls (paredes de Wynwood, se traduzirmos para o português), ficam em um dos bairros mais badalados da cidade, mas que existe há pouco mais de uma década. Funcionam como um museu a céu aberto, com centenas de painéis de arte expostos pelas paredes de construções de Wynwood.

O bairro é todo descolado, contando com armazéns repaginados, galerias de arte, bares noturnos e lojas de roupas que atraem o público jovem para uma região não tão nobre de Miami. A dica é se perder entre as ruas e se deixar levar pelos murais! Aqui, deixo algumas fotos que fiz por lá. Bom passeio!

Clique aqui e leia mais sobre MIAMI!

Por Elizabeth Matravolgyi

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Bruxelas, o coração da Europa

| 16 de agosto de 2019

Fomos conhecer Bruxelas com altas expectativas; afinal, estamos falando da cidade que é conhecida como o coração da Europa, isso porque é a capital da União Europeia e um importante centro da política internacional.

A verdade é que Bruxelas é uma cidade pequena e com poucos pontos turísticos, podendo ser facilmente visitada em apenas um dia. Uma possibilidade é dormir em Bruxelas por duas noites, assim em um dia você conhece a cidade, e no outro vai para Gante e Bruges – cidades que ganharão um post só delas de tão fofinhas 🙂

Aqui, indico os passeios mais legais para fazer se você tiver um dia para conhecer Bruxelas:

A Galeries Royales Saint-Hubert, criada em 1847, foi o primeiro centro comercial de Bruxelas. Até hoje é repleta de lojas com vitrines lindas, além de restaurantes e cafés clássicos. 

Basta andar um pouco por ela que você desemboca na Grote Markt ou Grand Place, a praça central da cidade. Como estivemos por lá no período das festas de fim de ano, estava tudo decorado com árvores de Natal, luzes e enfeites. Se você for na mesma época, vale a pena ver o show de música e luzes que deixa a praça lindíssima e iluminada!

O ponto turístico mais famoso de Bruxelas talvez seja o Manneken Pis, que nada mais é do que uma estátua retratando um menino fazendo xixi e que solta água, como se fosse uma fonte. Sim, só isso: bem pequena e em uma esquina normal da cidade, mas acabou se tornando símbolo de Bruxelas.

Se você vai visitar Bruxelas na primavera ou no verão, o Mont des Arts pode ser um passeio bem legal. É uma parte alta com vista para a cidade, onde estão localizados a Biblioteca Real da Bélgica, o Arquivo Nacional da Bélgica e um jardim público. Como fomos no inverno, o jardim estava bem ralinho, por isso acredito que no verão seja lindo! Além disso, por ser uma parte superior da cidade, deve render um pôr-do-sol lindíssimo.

Vamos para a parte mais interessante: comidas! Bruxelas tem vários pratos típicos e é claro que nós provamos todos! Começamos com o carbonades, uma espécie de carne de panela com molho de cerveja. Ela acompanha batatas fritas, outra coisa super típica da Bélgica e que você encontra em qualquer carrinho de rua! 

Agora, verdade seja dita: você não pode pisar na Bélgica e não provar os tradicionais waffles. Se possível, coma vários! Em cada cidade, barraquinha, restaurante, o que seja! Nós provamos com várias coberturas diferentes, mas meu favorito é com morango, nutella e chantilly – tem como essa combinação dar errado?

Como mencionei no início do post, Bruxelas é uma cidade mais importante do que necessariamente turística, mas vale incluir no seu roteiro caso tenha alguns dias pela Bélgica. Se você já foi pra lá, comente aqui qual ponto turístico acha indispensável 🙂

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Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

| 6 de junho de 2019

Paris é uma cidade apaixonante. Lembro que a primeira vez que estive lá foi a realização de um sonho. Me senti dentro de um filme ao andar pelas ruas com os clássicos bistrôs e prédios baixos. Voltar para a cidade mais de quatro anos depois trouxe a mesma sensação de felicidade… Acho que é um dos lugares mais especiais do mundo!

Nessa passagem por Paris, tivemos quase quatro dias para percorrer as atrações turísticas mais interessantes da cidade. Foi o suficiente, mas é o que sempre digo quando compartilho qualquer roteiro por aqui: sempre há mais coisas a se fazer em qualquer lugar! Tem um roteiro estendido? Então complemente os passeios mais básicos com outros mais diferentões na cidade luz e até mesmo nas redondezas. Mas, se o tempo for curto como o nosso, aqui você encontra o principal e indispensável de Paris. Voilà!

Onde comer em Paris

DIA 1

Eu poderia passar dias e mais dias descobrindo o Palácio de Versailles. Que lugar incrível! Ele fica a aproximadamente uma hora da capital francesa e o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou trem. Essa foi a primeira atração que conferimos ao chegar na França, pois viajamos a manhã toda e tínhamos apenas a tarde para passear. Deu certinho, porque é preciso de ao menos meio dia para conhecer o local e incluir o tempo de deslocamento (por isso disse que são quase quatro dias hehe).

O Palácio de Versailles foi lar da monarquia durante os anos de ouro. Foi construído a mando de Luis XIV, o Rei-Sol, que levou a corte e mais 6 mil integrantes para morar no castelo – considerado um dos maiores do mundo! Além do palácio, a visita também contempla os famosos jardins, que se estendem por muitos quilômetros.

A entrada sai por 20 euros, mas menores de 18 anos e europeus menores de 26 anos não pagam.

Clique aqui e saiba mais no site oficial.

DIA 2

Datada do início do século 12, a Catedral de Notre-Dame de Paris é uma construção gótica localizada na Île de la Cité, pequena ilha no Rio Sena. Com sua arquitetura imponente, foi palco da coroação de Napoleão Bonaparte como imperador da França e ficou amplamente conhecida pelo clássico O Corcunda de Notre-Dame, obra de 1831 do escritor francês Victor Hugo.

Em abril de 2019, poucos meses após nossa visita, a catedral foi atingida por um incêndio devastador, em que estruturas foram derrubadas e obras destruídas pelo fogo. Por conta disso, acredito que as visitas fiquem comprometidas por um tempo, mas ainda vale registrar nossa experiência no local. Além de visitar o seu interior, é possível fazer um passeio pelo topo da igreja, que custa 10 euros. A vista é linda e tirei uma das fotos mais incríveis da minha vida! Sem dúvidas é uma atração a se incluir no roteiro, mesmo que ainda esteja fechada por conta do incêndio e reformas.

Clique aqui e saiba mais no site oficial.

De acordo com o dicionário grego, panteão significa o conjunto de deuses de determinada religião. Atualmente, utiliza-se esse nome para descrever um local que abriga os restos mortais de pessoas notáveis. Já conhecemos o panteão de Roma (clique aqui para relembrar o post) e agora fomos ao de Paris. 

O monumento fica no 5º arrondissement, próximo à Universidade de Sorbonne e ao Jardin du Luxembourg. A construção foi concluída em 1790 e, desde então, serve como um espaço de homenagem à artistas, escritores e figuras importantes da França. Jean-Jacques Rousseau, Victor Hugo, Alexandre Dumas e René Descartes são algumas personalidades enterradas no local. Além das criptas, o Panthéon de Paris também é muito conhecido por hospedar o pêndulo de Foucault, que demonstra a rotação da Terra. O dispositivo fica pendurado por uma corda e nunca para de se mover. A entrada para o Panthéon custa 9 euros.

Clique aqui e saiba mais no site oficial.

O Museu D’Orsay logo impressiona pela arquitetura. O edifício foi uma estação ferroviária por 39 anos, posteriormente dando lugar a um museu de obras de arte inaugurado em 1986. Sua marca registrada é o grande relógio no átrio principal, preservado desde o início do século 20. Entre os artistas que ganharam exposições no local, destacam-se pintores e escultores impressionistas, como Claude Monet, Edgar Degas, Pierre-Auguste Renoir e muitos outros.

A entrada para o museu custa 15 euros para adultos.

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DIA 3

O Louvre é uma atração turística tão indispensável que, se eu visitasse Paris todos os anos, sempre faria questão de passar algumas horinhas por lá. Ele não só é um monumento histórico, mas também o maior museu de arte do mundo! O palácio que abriga o museu foi construído inicialmente para ser uma fortaleza nos séculos 12 e 13, sendo em seguida usufruído como residência dos reis franceses. Foi apenas em 1793, a mando do rei Luis XIV, que passou a expôr pinturas do acervo real e da Igreja. Em contraposição às construções centenárias, as modernas pirâmides do Louvre também chamam atenção. Elas foram projetadas pelo arquiteto I.M.Pei e concluídas em 1993.

Muito além da Monalisa, o Louvre é berço de obras conhecidíssimas ao redor do mundo. Por lá, encontra-se A Liberdade Guiando o Povo, pintura de Delacroix, e a escultura Venus de Milo, da Antiga Grécia. O ingresso para acessar o museu sai por 17 euros.

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O Arco do Triunfo foi inaugurado em 1836 como uma homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte. Ele fica bem em frente à Champs-Élysées, a avenida mais famosa de Paris. Do topo, temos uma vista privilegiada da cidade. Vale cada degrau! A entrada sai por 12 euros.

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Visitar a Basílica de SacreCoeur e passear pela região de Montmartre me transportou para a Paris da década de 1920. Meu conselho é que você vá no fim da tarde (o pôr-do-sol ali é surreal!) e jante em algum dos bistrôs que têm por lá. A basílica do início do século 20 fica no ponto mais alto da cidade e tem entrada gratuita. Já o bairro de Montmartre ficou conhecido pelos cabarés, como o famosíssimo Moulin Rouge, e é considerada a região mais noturna de Paris. Além disso, também foi berço de encontros artísticos entre pintores como Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec. Até hoje é possível encontrar artistas de rua pelo local, oferencendo caricaturas feitas na hora e quadros que expõem a beleza da cidade. 

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DIA 4

O maior símbolo de Paris é a Torre Eiffel, fato! A torre de ferro foi inaugurada em 1889 com o objetivo de ser temporária, mas decidiram mantê-la por ser um ponto alto ótimo para transmissões de rádio. Impossível visitar a cidade e nem ao menos vê-la, mas saiba que, se você não fizer questão, não há a menor necessidade de pagar para subir na torre. Explico: a vista de cima é linda, mas não é imperdível. Eu fui apenas na primeira vez que estive na cidade e, dessa vez, optamos por não subir. Acho mais interessante, por exemplo, pagar para subir os (intermináveis) degraus da Notre Dame, que garantem uma foto maravilhosa de Paris com a Torre Eiffel ao fundo! Lembrando que essa é apenas uma sugestão; se você tiver tempo e verba para esse passeio, se joga! O ingresso sai por 16 euros até o segundo andar da torre via elevador (de escadas, há uma economia de 6 euros!).

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Lembram das aulas de história em que aprendemos sobre o glorioso império de Napoleão Bonaparte? O imperador quis levar todo esse triunfo até mesmo ao seu túmulo, que fica no Hôtel des Invalides, o museu do exército francês. Seus restos mortais foram alocados na parte inferior de um vão, de forma que os visitantes abaixem a cabeça e “prestem referência” ao olhar para o túmulo. A entrada para o museu e outras instalações do local sai por 12 euros.

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O Museu Rodin foi inaugurado em 1919, após o escultor Auguste Rodin doar suas obras ao governo francês e pedir para que o Hôtel Biron, onde morava, fosse transformado em um museu. A partir de então, a charmosa mansão do século 18, assim como os jardins, receberam as obras mais famosas de Rodin, como O BeijoO Pensador e a Porta do InfernoA entrada para conhecer as instalações custa 13 euros.

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Paris ficou ainda mais especial depois dessa visita! É o tipo de cidade que você pode ir várias e várias vezes, mas sempre haverá algum cantinho novo para descobrir. Mal vejo a hora de voltar!

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Gastronomia | Viagens

Um dia em Amsterdam: o que fazer e onde comer a melhor torta de maçã

| 26 de março de 2019

Amsterdam sempre foi um destino muito esperado aqui em casa – principalmente pela minha mãe, que sempre falava em conhecer a cidade! Tivemos pouco mais de um dia pela capital da Holanda, mas acredito que tenha sido o suficiente para aproveitarmos os principais pontos turísticos. É claro que, se você tiver mais tempo disponível, a cidade ainda tem muitos outros lugares lindos para conhecer!

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Começamos o dia pelo Museu do Van Gogh. Como é uma atração concorrida, aconselho que você visite-a logo de manhã, assim não pegará filas para entrar nem aquela multidão de pessoas tentando ver as obras. O acervo é imenso e reúne não somente as obras do pintor holandês, mas também de outros artistas que seguiam a mesma estética e conheciam o Van Gogh. O ingresso custa 19 euros e é gratuito para jovens até 17 anos.

O museu fica em Museumstraat, região onde estão os principais museus de Amsterdam, como o famosíssimo Rijksmuseum. Nós não o visitamos, mas é uma ótima pedida caso você tenha mais tempo – ele fica em um edifício lindo do século 19 e abriga várias obras de arte europeias!

Outro passeio que você pode ir logo no início do dia é a Casa da Anne Frank, com certeza minha atração favorita de Amsterdam – e talvez da viagem inteira! Anne Frank foi uma adolescente alemã que escreveu um diário entre junho de 1942 e agosto de 1944, período em que ficou escondida em um esconderijo secreto durante a ocupação nazista na Holanda. O passeio pelo Anexo Secreto onde ela e mais sete judeus ficaram escondidos por mais de dois anos é emocionante. Posso usar mil adjetivos para tentar descrever o que senti quando estive lá, mas nada substitui a visita. É um lugar que todos deveriam ir e uma história que jamais pode ser esquecida. 

Sugiro que você compre o ingresso online e reserve um horário, assim não corre o risco de enfrentar filas imensas! A entrada sai por 10 euros.

O Red Light District (Distrito da Luz Vermelha) é mundialmente famoso por ser uma região de Amsterdam em que a prostituição acontece ao vivo e a cores. A prática é legalizada no país e a região leva esse nome porque abriga vários prostíbulos em que as mulheres ficam expostas nas vitrines. Não tive coragem de tirar nenhuma foto, porque além de ser invasivo com as mulheres, retrata uma profissão tão sofrida, apesar de ser autorizada.

Além da prostituição, Amsterdam também é conhecida por legalizar o consumo de maconha. Nos chamados coffee shops, você consegue comprar maconha ou haxixe se for maior de 18 anos. Pela lei é proibido consumir na rua, por isso existem esses estabelecimentos em que as pessoas vão apenas para fumar – na prática isso é bem diferente, claro. 

A cidade de Amsterdam é um verdadeiro mar de bicicletas. Os holandeses utilizam como meio de transporte para tudo, inclusive trabalhar – o que pode parecer estranho para nós, aqui do Brasil, mas lá funciona super bem! É preciso ter atenção redobrada ao andar nas ruas, porque as bikes são velozes e não costumam respeitar os pedestres. 

No mais, esses são os principais pontos turísticos e fatos interessantes sobre Amsterdam. A cidade é perfeita para ser explorada a pé e os turistas (inclusive eu!) amam se perder entre os canais, que rendem fotos maravilhosas!

ONDE COMER EM AMSTERDAM?

Para encerrar um dia de passeios em Amsterdam, nada como provar as delícias da cidade no pequeníssimo Winkel 43. Vi essa indicação em todos os sites de viagem que li e não poderia deixar de repassar aqui pra vocês. Dizem que o lugar serve a melhor torta de maçã de Amsterdam – e eu nem ouso duvidar, porque realmente era incrível! O pedaço acompanha chantilly e é super bem servido. Outra dica é pedir os croquetes da casa (dutch meatballs), que também são deliciosos e clássicos do restaurante!

Winkel 43: Noordermarkt 43

Foi para Amsterdam e visitou outros lugares? Deixe as dicas aqui nos comentários!

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