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Diário de viagem: Veneza

Veneza é parada obrigatória se você está conhecendo a Itália. São mais de 100 pequenas ilhas rodeadas de canais e conectadas por pontes, formando uma das cidades mais famosas do mundo. Como a água está por toda parte, é impossível circular pela cidade de carro. O trajeto é feito a pé, de gôndola ou de vaporetto.
 
Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, média de 0 grau)
 
Quanto tempo fiquei na cidade? Um dia
 
Onde fiquei hospedada? Smart Hotel Holiday

O hotel era bom e ficava na cidade de Mestre. Optamos por ficar fora do centro de Veneza, já que estávamos com bastante bagagem e todo o percurso dentro da cidade é feito a pé. Para irmos a Veneza, pegávamos um trem até o começo da cidade (onde ainda passam carros) e de lá pegávamos o vaporetto, que eu explicarei como funciona mais pra frente. De modo geral, você deve considerar suas preferências, tempo de viagem e budget. Ficar dentro de Veneza é mais caro e trabalhoso também, mas sem dúvidas deve ser uma experiência bem legal.
 
O QUE FAZER EM VENEZA?
 
 
O charme da cidade deve-se quase que 100% aos canais por onde transitam as gôndolas, que tornaram-se um ícone de Veneza. Dizem que você não conhece a cidade de verdade se não passear de gôndola, mas vale ressaltar que é caro. Até mesmo em baixa temporada, um passeio de uma hora, para um casal, não sai por menos de 80 euros. Eu, por exemplo, não sou muito fã de barcos e afins, então não fiz questão nenhuma de passear de gôndola e consegui curtir a cidade da mesma forma. Entretanto, é algo que você deve considerar incluir no seu orçamento caso tenha vontade de fazer o passeio.
 
 
A Ponte de Rialto é a mais famosa de Veneza, situada acima do Grande Canal. Foi construída no século XVI e, além de servir como uma passagem, possui diversos comércios nas suas laterais. 


 
Outra ponte famosa da cidade é a Ponte dei Sospiri, que fica pertinho da Piazza San Marco e foi construída em 1600. Reza a lenda que a ponte tem esse nome porque os prisioneiros atravessavam-na e suspiravam ao ver o mundo externo pela última vez, já que a ponte liga o Palazzo Ducale à Prigioni Nove, um edifício utilizado como prisão no passado.
 
 
A Basílica de São Marcos é uma igreja gigantesca localizada na Piazza San Marco, a principal praça de Veneza. O estilo bizantino caracteriza a construção que já possui mais de mil anos e atrai milhares de turistas todos os dias. Além da visita ao interior da igreja, pode-se também conhecer a Bell Tower, torre ao seu lado.
 
Endereço: Piazza San Marco.
 
Horário de funcionamento: 
– junho a novembro: 9h45 às 17h (domingos das 14h às 17h).
– novembro a junho: 9h30 às 17h (domingos das 14h às 16h30).
 
Preço: entrada gratuita para visitar a Igreja. 
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.basilicasanmarco.it
 



Um dos pontos turísticos mais importantes de Veneza é o Palazzo Ducale. Também está na Piazza San Marco e foi construído por volta do século XIV. Hoje, funciona como um museu, reunindo obras e móveis de época. 
 
Endereço: Piazza San Marco.
 
Horário de funcionamento: 
– abril a outubro: 8h30 às 19h.
– novembro a março: 8h30 às 17h30.
 
Preço: tickets a partir de 20 euros.
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.palazzoducale.visitmuve.it


 
O começo da cidade de Veneza fica longe de seu centro turístico, ou seja, da Piazza San Marco. Por causa disso, muitos turistas usam o vaporetto, um barco especializado em fazer o transporte de passageiros ao longo dos canais. São diversas linhas que conectam as ilhas de Veneza, assim como outras da região, como Murano e Burano. 
 
O preço do bilhete do vaporetto é de €7,50 e dura uma hora, então você pode embarcar e desembarcar quantas vezes quiser nesse período de tempo. Caso você tenha planos de fazer várias viagens pela ilha em horários ou até mesmo dias diferentes, sugiro que compre um passe especial. O bilhete para 24 horas (um dia) custa €20, para dois dias custa €30, para três dias custa €40 e para uma semana custa €60.
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.actv.avmspa.it
Facilidades à parte, acho legal ressaltar que Veneza é uma cidade incrível para se conhecer a pé! Perder-se pelas ruelas, pontes e ilhas é o que a torna tão interessante e pitoresca.
 
ONDE COMER EM VENEZA?
 
Para conferir minhas dicas de restaurantes em Veneza, acesse o post Onde comer em Veneza.
 
 
 
TODAS AS FOTOS PRESENTES EM MEUS POSTS SOBRE VIAGENS SÃO AUTORAIS. CASO VOCÊ QUEIRA UTILIZAR ALGUMA DELAS, NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS!
 

Diário de Viagem: Milão

Milão, uma das principais capitais do mundo, fez parte do nosso roteiro turístico pela Itália. Ficamos três dias por lá, sendo que em um deles comemoramos a noite de Natal.
Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, média de 5 graus).

Quanto tempo fiquei na cidade? Três dias.

Onde fiquei hospedada? NH Milano Touring.

OBS: A rede NH é excelente! O hotel tem 4 estrelas, o quarto é impecável e o café da manhã é maravilhoso! Já ficamos várias vezes, inclusive em outros países. Recomendo muito!
 
O QUE FAZER EM MILÃO?
O Castelo Sforzesco foi construído em meados do século XIV e leva esse nome em homenagem à família Sforza, que governava Milão no século XVI. Muito mais que um castelo, o local ainda abriga museus e bibliotecas, agregando um valor cultural à cidade. Entre os artistas que possuem suas obras expostas por ali, pode-se destacar Da Vinci e Michelangelo.
Endereço: Piazza Castello.
 
Horário de funcionamento:
– Castelo: todos os dias, das 7h às 19h30.
– Museus: de terça-feira a domingo, das 9h às 17h30.
 
Preço:
– Castelo: entrada gratuita.
– Museus: 5 euros (entrada gratuita de terça-feira após 14h ou de quarta-feira a domingo 1h antes do fechamento).
Para mais informações, acesse o site oficialwww.milanocastello.it

 

A igreja Santa Maria delle Grazie é mundialmente famosa por um pintura icônica: “A última ceia”, de Leonardo da Vinci, foi pintada na parede do refeitório do convento. Ela representa a cena da última ceia de Jesus com seus Apóstolos, antes de ser preso e crucificado como descreve a Bíblia. Considerada um dos patrimônios mundiais pela UNESCO, a Igreja foi fortemente bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial, mas a parede onde está a pintura permaneceu intacta pois havia sido protegida por sacos de areia.
Endereço: Piazza di Santa Maria delle Grazie.
 
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 8h15 às 19h.
Preço: 10 euros + 2 euros de taxa de reserva (a visita deve ser agendada pelo site com meses de antecedência).
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.cenacolo.it

 

A construção da Duomo di Milano começou em 1386 e terminou apenas no século XIX. A catedral  católica tem um estilo gótico e é muito conhecida por suas torres pontiagudas. Dentro da Igreja, é possível conhecer a cripta de Charles Borromeo (arcebispo de Milão no século XVI), visitar uma área arqueológica e até mesmo subir ao seu terraço, de onde pode-se observar a cidade toda.
Endereço: Piazza del Duomo.
 
Horário de funcionamento: 
– Catedral: todos os dias, das 8h às 19h.
– Cripta de St. Charles: de segunda à sexta, das 11h às 17h30; aos sábados, das 11h às 17h; e aos domingos, das 13h30 às 15h30.
– Área arqueológica: todos os dias, das 9h às 19h.
– Terraço: todos os dias, das 9h às 17h.
Preço:
– Ticket de 3 euros inclui visita à catedral, museu da Duomo e igreja de San Gottardo in Corte.
– Ticket de 7 euros inclui visita à catedral, museu da Duomo, igreja de San Gottardo in Corte e área arqueológica.
– Terraço: 9 euros (para subir a pé) e 13 euros (para subir de elevador).
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.duomomilano.it

 

Na mesma praça em que está a Duomo di Milano, encontra-se a famosa Galleria Vittorio Emanuele II. Inaugurada em 1877, a galeria foi desenhada por Giuseppe Mengoni, que morreu tragicamente ao cair de um andaime antes da finalização das obras. Ela é considerada um dos primeiros shoppings do mundo e desde seu início abriga restaurantes, cafés e lojas de artigos de luxo – como a Prada, uma das primeiras a abrir no local.
O nome da galeria é em homenagem a Vítor Emanuel II, primeiro rei da Itália após sua unificação em 1861. A galeria também funciona como uma passagem entre a Piazza del Duomo (onde está a catedral) e a Piazza della Scala (onde está o Teatro alla Scala).
Reza a lenda que o local possui uma simpatia para dar sorte. Bem no centro da galeria, no encontro das vias, há os brasões das cidades de Milão, Turim, Florença e Roma. No de Turim encontra-se um touro, e a tradição manda pisar com o calcanhar do pé direito sobre a genitália do touro e girar três vezes sobre ele. O ritual é repetido milhares de vezes todos os dias por turistas que passam pelo local.
Endereço: Piazza del Duomo.
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.ingalleria.com

 

Milão é uma das principais capitais da moda do mundo, que esbanja luxo, sofisticação e glamour. Tem uma área na cidade conhecida como “quadrilátero da moda”, levando esse nome porque é uma junção de quatro ruas: Via della Spiga, Via Montenapoleone, Via Manzoni e Corso Venezia. Juntas, formam um retângulo repleto de lojas de grife, como Gucci, Valentino, Versace, entre outras.

 

O estádio Giuseppe Meazza, mais conhecido como San Siro, é a casa dos times F. C. Internazionale Milano (“Inter”) e A. C. Milan (“Milan”) e tem capacidade para mais de 80.000 torcedores. Dentro do estádio, há um museu com itens históricos de ambos os times, como troféus, camisas, bolas, chuteiras, entre outras lembranças.
Endereço: Piazzale Angelo Moratti.
 
Horário de funcionamento: todos os dias, das 9h30 às 18h.
 
Preço: 17 euros para o passeio pelo estádio e museu.
Para mais informações, acesse o site oficialwww.sansiro.net

 

O Teatro alla Scala é uma das mais famosas casas de ópera do mundo. Foi inaugurada em 1778 e até hoje possui um calendário repleto de apresentações. Os turistas que têm interesse em assistir uma apresentação, devem acessar o site com meses de antecedência para comprar os ingressos, que custam entre 20 e 180 euros.
Endereço: Piazza della Scala.
 
Para mais informações, acesse o site oficialwww.teatroallascala.org
ONDE COMER EM MILÃO?
 
Para conferir minhas dicas de restaurantes em Milão, acesse o post Onde comer em Milão.
 
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5 fotos de Portofino que farão você se apaixonar!

Antes de conhecer a Itália, eu sempre olhava fotos dos lugares que queria visitar… Um deles era Portofino, que tem uma beleza absurda. Quando conseguimos incluir a região no roteiro, eu mal conseguia acreditar que ia ver de pertinho esse lugar que tanto me encantava só por fotos.
E sim, Portofino é lindo! As casinhas coloridas são uma graça e o visual no geral é lindo, principalmente no meio da tarde, horário que eu passei por lá.
Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, média de 5 graus)
Quanto tempo fiquei na cidade? Umas 2 horas (acredito que seja o suficiente no inverno, mas caso você vá no verão, acho legal curtir com calma, porque aquela região tem várias praias legais)
 
TODAS AS FOTOS PRESENTES EM MEUS POSTS SOBRE VIAGENS SÃO AUTORAIS. CASO VOCÊ QUEIRA UTILIZAR ALGUMA DELAS, NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS!

Diário de Viagem: Pisa

Pisa é uma pequena cidade localizada na Toscana, a poucas horas de Florença. A grande atração da cidade é a Torre de Pisa, a famosa torre inclinada.
Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, 5 graus)
 
Quanto tempo fiquei na cidade? Aproximadamente 2 horas
 
Como chegar? Fui de carro partindo de Florença (aproximadamente 100km)
 
O QUE FAZER EM PISA?


A grande atração da cidade é a Piazza dei Miracoli, onde estão os pontos turísticos mais interessantes e que você deve conhecer. A Torre de Pisa é o cartão postal da cidade, senão da Itália! Conhecida também por Campanile de Santa Maria, a torre começou a ser construída no início do século 12 em um terreno de argila e areia. Isso explica a inclinação do edifício, que desde sempre apresentou essa particularidade. 

É possível subir na torre em um passeio que dura cerca de 30 minutos. O bilhete custa 18 euros e do topo há uma bela vista da cidade. 

Ainda na mesma praça da torre, você pode visitar a Duomo di Santa Maria Assunta, igreja principal de Pisa. Ela foi construída há quase mil anos (!) e foi dedicada à Virgem Maria. A entrada é grátis. 

 
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Diário de Viagem: Florença

Florença é a maior cidade da região da Toscana. Durante os séculos 14, 15 e 16, ela foi o berço do Renascimento e hoje concentra uma quantidade significativa de obras de artistas importantes, como Michelangelo, Da Vinci e Botticelli.

Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, 5 graus)
Quanto tempo fiquei na cidade? Dois dias e meio – e foi suficiente para conhecer os principais pontos turísticos
Onde fiquei hospedada? Grand Hotel Adriatico. O quarto é mais antigo, mas limpinho. Infelizmente, achamos o café fraco e tivemos até mesmo que relatar alguns problemas para os funcionários. De forma geral, o hotel é bom mas não acredito que seja nível 4 estrelas.
Como chegar? Partimos de Siena (90 km de carro)

 

O QUE FAZER EM FLORENÇA?
A Duomo di Firenze é passagem obrigatória para quem visita a cidade. A igreja chama-se Santa Maria del Fiore e sua construção durou mais de seis séculos. Sua cúpula é uma das principais atrações: ela foi projetada pelo arquiteto Fillippo Brunelleschi por volta do ano de 1400. Os afrescos são de autoria dos artistas Giorgio Vasari e Federico Zuccari. Ao lado da catedral, pode-se visitar também o Campanário de Giotto, uma torre com um conjunto de sete sinos.
Fizemos um passeio para conhecer a cúpula da catedral. São mais de 450 degraus por escadas estreitas, mas que garantem uma experiência única. Ficamos ao lado dos afrescos pintados há séculos e, subindo mais ainda, tivemos uma vista linda da cidade.
Endereço: Piazza Duomo
 
Horário de Funcionamento: 
  • Basílica: 10h às 17h (segunda-sexta), 10h às 16h45 (sábados) e 13h30 às 16h45 (domingos)
  • Cúpula: 8h30 às 19h (segunda-sexta), 8h30 às 17h40 (sábados) e 13h às 16h (domingos)
  • Campanário: 8h30 às 19h30, todos os dias
Preço: 
  • Basílica: entrada gratuita
  • Passeio de 15 euros com reserva online. Inclui: cúpula, batistério, museu do Duomo, cripta, campanário e catedral (sem pegar filas)
O Museo do Duomo, ou então Museo Dell’Opera del Duomo, fica em frente à grande catedral de Florença e preserva várias obras que já estiveram na basílica, campanário e batistério. A coleção começou a ser formada em 1587 e cresce cada vez mais, já que diversas partes da basílica, principalmente, tiveram de ser substituídas para preservar o material da época. Dessa forma, os pedaços originais foram transferidos ao museu, onde há um cuidado especial.
Para visitar o museu, você deve adquirir o passe de 15 euros com reserva online, o qual inclui os seguintes locais: cúpula, batistério, museu do Duomo, cripta, campanário e catedral (sem pegar filas).
Horário de funcionamento: todos os dias, das 9h às 19h
A Galleria degli Ufizzi é um dos museus mais famosos de Florença e até mesmo do mundo! Ele foi construído em meados do século 16 para alocar os gabinetes administrativo e legal dos Médici. São muitas salas que abrigam obras de vários séculos da história, entre elas O Nascimento de Vênus, feita por Sandro Botticelli em 1483.
Endereço: Piazzale degli Ufizzi 6
Horário de funcionamento: terça-feira à domingo, das 8h15 às 18h50
 
Preço: 8 euros (para evitar filas durante a alta temporada, sugiro que você faça a compra online com antecedência)
Outro museu famoso de Florença é a Galleria dell’Accademia, que leva esse nome por ter servido como local de estudo para os estudantes da Academia de Belas Artes. Por lá, encontramos a gigantesca escultura de David, de Michelangelo, considerada uma das mais importantes obras do renascimento italiano. Feita de mármore, ela tem mais de 5 metros de altura e é muito realista.
Endereço: Via Ricasoli 58/60
 
Horário de funcionamento: terça-feira à domingo, das 8h15 às 18h50
 
Preço: 8 euros (para evitar filas durante a alta temporada, sugiro que você faça a compra online com antecedência)
Se você não dispensa conhecer os clássicos “mercadões” quando viaja, vá ao Mercado Centrale di Firenze. Ele tem dois andares repletos de frutas, legumes, queijos e massas.
Endereço: entrada pelas ruas Piazza dell’Ariento, Via Sant’Antonio, Via Panicale e Piazza del Mercato Centrale
Horário de funcionamento: 
  • primeiro andar: segunda à sexta, das 7h às 14h / sábado, das 7h às 17h
  • segundo andar: todos os dias, das 10h às 0h

 

O gigantesco Palazzo Pitti foi construído por volta de 1450 por uma família rival aos Médici, que comandavam a cidade de Florença. A família Pitti foi à falência e as obras do palácio pararam por um tempo, até que os Médici compraram o edifício e depois a tornaram sua residência oficial. 
 
O palácio é imenso, tem várias salas com obras de arte e até mesmo os apartamentos com móveis que a família real usava no período em que viveram lá. Além disso, pode-se visitar também os Jardins de Boboli, que possuem cerca de 45 mil metros quadrados. 
Endereço: Piazza de Pitti 1
 
Horário de funcionamento: terça à domingo, das 8h15 às 18h30
 
Preço: varia entre 13 e 16 euros, dependendo dos museus que você quer visitar
A Piazza della Signoria fica localizada numa região central da cidade, perto de vários pontos turísticos. Ali encontra-se o Palazzo Vecchio, que foi a residência da família Médici por muitos anos.
Para conferir uma vista superior lindíssima da cidade de Florença, não deixe de visitar a Piazzale Michelangelo. A praça fica afastada do centro da cidade, mas vai garantir fotos dignas de cartão-postal.
A Ponte Vecchio poderia ser apenas mais uma ponte de Florença se não tivesse uma história por trás: durante a Segunda Guerra Mundial, foi a única ponte poupada pelos bombardeios alemães de 1944. Localizada sobre o Rio Arno, há várias lojas que vendem principalmente ouro.
ONDE COMER EM FLORENÇA?
Para conferir minhas dicas de restaurantes em Florença, acesse o post Onde comer em Florença.

 
TODAS AS FOTOS PRESENTES EM MEUS POSTS SOBRE VIAGENS SÃO AUTORAIS. CASO VOCÊ QUEIRA UTILIZAR ALGUMA DELAS, NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS!