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Beleza

Lip tint: a nova tendência de make para os lábios

| 21 de setembro de 2019

Com a promessa de lábios levemente avermelhados, quase que naturalmente, o lip tint, também conhecido como tinta de lábios, conquistou o seu espaço na maquiagem do dia a dia e nos visuais mais discretos. A tendência inspirada no visual das sul-coreanas – que costumam utilizar o produto mais concentrado no centro dos lábios – agora também pode ser visto nas mulheres do outro lado do mundo.

No Brasil, o produto virou tendência e na internet já podem ser encontrados diversos tutoriais de maquiagem utilizando o produto nos lábios e até mesmo nas bochechas, como substituto do blush para conferir uma aparência mais saudável.

Ruby Rose, Dailus, Benefit e Océane são algumas das marcas que comercializam o cosmético no país. Nos vídeos de YouTube ou no Instagram, um dos mais utilizados é o Love Lip Color da marca brasileira DNA Italy, que foi idealizada na Itália. 

O produto promete realçar a cor natural dos lábios, já que conta com uma tecnologia que possibilita a adaptação ao tom da boca. Lançado inicialmente em duas cores, red (mais avermelhado) e cherry (mais rosado), hoje a marca disponibiliza outros dois tons: pitaya, um vermelho mais leve; e uva, com tonalidade lilás.

Com um formato semelhante ao de um esmalte em embalagem de vidro, assim também é o aplicador, um dos pontos negativos do cosmético. Umedecido com o produto, o pincel não permite tanta precisão no momento de aplicar, principalmente para contornar os lábios. Talvez o mais indicado fosse um aplicador semelhante ao de um gloss, que além de carregar o produto, permitiria mais firmeza para desenhar os lábios.

A textura do batom é outro ponto que divide opiniões. O líquido pigmentado permite um visual mais natural aos lábios e bochechas, já que acaba sendo mais facilmente aderido. Por outro lado, exige reaplicação ao longo do dia para manter o efeito rosado que perde intensidade poucas horas após a aplicação, porém é o esperado por ser leve e ter como objetivo uma coloração mais discreta, que pode ser intensificada com a utilização de mais de uma camada do produto.

Além da fragrância agradável, outro aspecto a ser destacado é a variedade de cores. Mais do que o clássico vermelho, a marca ainda apostou em outros tons de lip tint, O preço pode variar, mas sai em média por R$ 9.

Mas afinal, vale a pena investir no produto?

De maneira geral, o lip tint da DNA cumpre o seu papel principal que é colorir lábios e bochechas naturalmente, de forma quase que imperceptível. Por um custo baixo é possível encontrar diferentes colorações do produto para compor uma make mais discreta para o dia a dia, o que acaba sendo uma alternativa às demais marcas que comercializam o produto por um valor mais elevado.

Apesar de exigir reaplicação ao longo do dia para manter a coloração mais evidente, o cosmético possibilita a construção de camadas e, assim, a cor pode ser intensificada. Uma maquiagem marcante ou um visual discreto: os dois visuais podem ser criados com apenas um produto. O produto é versátil e vai da make para o trabalho até uma mais elaborada. 

Por Amanda Nascimento

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Entretenimento

Mindhunter: o terror com doses de crueldade

| 20 de setembro de 2019

Um das séries de maior sucesso do Netflix contém um terror escondido em fotos e histórias verídicas. Mindhunter apresenta duas temporadas contando sobre o surgimento da unidade de psicologia criminal do FBI, quando a expressão serial killer ainda era desconhecida e não era catalogada pelo serviço de inteligência americana. Baseada no livro homônimo, escrito pelo agente John Douglas, o policial fica na pele do agente Holden.

Embora as cenas em si não sejam de terror, já que não passam de histórias que os assassinos contam em suas entrevistas, cenas como estupro, facadas e outras crueldades são retratadas de forma tão fria e detalhista que podem causar um impacto no espectador semelhante a uma cena de terror sangrenta. 

A dupla formada por Holden (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany) fica encarregada das entrevistas que nem sempre seguiam o “padrão” esperado. Com perfis distintos – embora com as semelhanças com os assassinos em série – os agentes se especializaram em criar os perfis psicológicos dos presos. A agente Wendy (Anna Torv) pode ser o que consideramos o “cérebro” da investigação, que busca semelhanças em tantas transcrições.

Para você que vai começar a série agora, preste atenção na primeira temporada, com pequenos flashs de um personagem no início dos capítulos. Essa será uma das histórias da segunda temporada – e arriscaria dizer que até uma das mais assustadoras. Além dele, Charles Manson, considerado o maior serial killer da história, também surge na segunda temporada, como um dos entrevistados.

Embora  tenha doses de crueldade para os apaixonados por esse gênero, o público poderá sentir um pouco o ritmo mais lento em que a série se desenvolve, nada que tire o sucesso de Mindhunter até aqui. A terceira temporada ainda não tem previsão de estreia. 

Por Paula Pimentel

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Entretenimento | Gastronomia

3 séries incríveis para apaixonados por gastronomia

| 19 de setembro de 2019

Não é novidade que eu amo gastronomia – e isso vai muito além do ato de comer, é claro! Amo ler sobre o assunto, pesquisar, conversar e assistir conteúdos sobre isso. No meu período de pesquisa para o TCC, mergulhei a fundo em livros, revistas, filmes e séries que abordassem o tema e que me trouxessem referências e inspirações, tanto de conteúdo, quanto de formato. Isso expandiu minha visão e me vi bem mais capacitada para falar sobre culinária, um tema que sempre adorei, mas que sigo em busca de refinamento.

Nesse momento de ler&ver tudo que eu encontrava sobre gastronomia, me deparei com três séries que valem um super destaque especial e a indicação para ocupar seu tempo livre. São leves, divertidas e, claro, tem comida envolvida!

Chef’s Table é uma série em formato de documentário produzida pela Netflix. São seis temporadas e cada episódio narra a vida de um chef, mostrando sua história, trabalho em restaurantes estrelados e até a concepção criativa dos pratos por trás do resultado final. Os restaurantes de 11 dos chefs apresentados na série entraram para a lista dos 50 melhores do mundo. Apesar de abordar essencialmente a gastronomia, a série passeia também por temas como viagem e história. Destaque para a fotografia da série: é perfeita! Os takes vão desde a compra dos alimentos até a entrega do prato ao cliente, passando pelo primoroso modo de preparo, documentado impecavelmente pelo programa. Com narrativa fluida e envolvente, é possível se inserir na história e acompanhar uma espécie de biografia sucinta do chef, que depois seguirá à culinária. Esse estilo de trama conduz o espectador e, somado à fotografia, traz dinamismo aos episódios. 

Street Food, também da Netflix, leva a mesma narrativa para a comida de rua. Ao apresentar o lado popular da alta gastronomia, a série conduz o público a uma imersão na cultura local. Os pratos caros e restaurantes refinados são deixados de lado, abrindo espaço para calçadas esfumaçadas e pequenos estabelecimentos em zonas populares. O principal aspecto desta série que a deixa tão única é a valorização da comida comum como cultura. 

Por fim, apesar de girar em torno do turismo, o programa Pedro Pelo Mundo, da GNT, insere muito bem a gastronomia como fator cultural de um país. Em seus roteiros, o jornalista Pedro Andrade viaja pelos quatro cantos do planeta e mergulha de cabeça na cultura local, conversando com os moradores e trazendo embasamento histórico. A construção dos episódios é um dos pontos mais altos, porque traz muito dinamismo ao misturar os elementos como história e alimentação, que fazem parte da expressão cultural de cada país. O mais interessante é poder ver como os sabores e ingredientes refletem nos hábitos e tradições de cada lugar. 

Clique aqui e leia mais sobre GASTRONOMIA!

Por Marcella Costa

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Viagens

Miami: o que fazer e onde comer na cidade litorânea mais famosa da Flórida

| 16 de setembro de 2019

Miami costuma estar no topo da lista de destinos de quem vai fazer a primeira viagem internacional, isso porque a cidade fica próxima a Orlando – logo, da Disney, destino super comum. É uma cidade que transita entre ser cosmopolita e relax à beira do mar, o que permite uma variedade bem legal de atividades e passeios.

Por ser bem completa, é possível passar uma semana em Miami e sempre ter coisas novas para fazer! No entanto, reúno aqui o que tem de mais indispensável na cidade litorânea mais famosa da Flórida. Anote as dicas:

Parte da fama recente de Miami veio a partir do boom da arte de rua. O maior exemplo disso são as Wynwood Walls, murais de arte ao ar livre famoso pelas fotos instagramáveis e pela pegada streetstyle underground. O bairro é todo descolado, contando com armazéns repaginados, galerias de arte, bares noturnos e lojas de roupas que atraem o público jovem para uma região não tão nobre de Miami. A dica é se perder entre as ruas e se deixar levar pelos murais! 

Clique aqui e leia o post completo sobre Wynwood Walls

Caminhar pela orla de Miami fica fácil quando é pela Ocean Drive. A avenida é uma das mais famosas da cidade e permeia o bairro de South Beach, conhecido por sua arquitetura art déco. Também há diversos restaurantes, cafés, bares e baladas que transformam a vida noturna da região. Aos amantes da moda, a casa em que Gianni Versace foi assassinado fica na Ocean Drive – e ela representa muito bem a high society que frequenta o local esbanjando carros e roupas de luxo.

Se a ideia é encurtar o passeio pela Ocean Drive, mas conhecê-la de ‘cabo a rabo’, por que não apostar em um tour de bike? Alugar bicicletas (ou patinetes rs) virou um fenômeno mundial e o custo-benefício é ótimo se você não quer deixar de conhecer a região.

Outra avenida que também virou ponto turístico é a Lincoln Road, também em South Beach. Fomos em um domingo e estava super movimentada – não com carros, mas com comércio! Ela funciona como um shopping a céu aberto, com feirinhas de rua por todo lado. 

Se você curte NBA, não pode deixar de assistir a um jogo do Miami Heat quando estiver na cidade! A animação da torcida é incrível e mesmo que você não seja um super fã do esporte, garanto que vai se divertir ao ver de perto os maiores astros do basquete. 

Minha passagem por Miami não contou com nenhum restaurante mirabolante ou inusitado – muito pelo contrário, fui apenas em lugares que têm unidades espalhadas pelo país. No entanto, isso não significa que comi mal. Aqui, separei duas indicações que já ganharam posts únicos no blog e que valem o reforço.

Se existe um restaurante nos Estados Unidos que faz sobremesas incríveis, esse lugar é o The Cheesecake Factory! Apesar dos destaques serem os doces, os pratos principais do restaurante também são deliciosos. O preço é ótimo, levando em conta a qualidade das refeições oferecidas. Saiba mais sobre o The Cheesecake Factory clicando aqui.

As clássicas batatinhas em zig zag fazem a fama do Shake Shack. A rede de lanchonetes foi criada em 2004 como um carrinho de hot dog na agitada Manhattan. Hoje, está espalhada pelo país inteiro e faz o maior sucesso. Saiba mais sobre o Shake Shack clicando aqui.

Clique aqui e confira mais posts sobre a Flórida!

Por Marina Marques

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Gastronomia | Viagens

Cinco lugares para café da manhã na Europa

| 14 de setembro de 2019

Durante viagens, o café da manhã costuma ser a refeição que faço mais rapidamente e que exige verba menor – faz sentido por aí também?! Me preocupo em encontrar restaurantes e docerias diferentonas para o almoço e jantar, então acabo deixando de lado as pesquisas por cafés que abram cedinho. É claro que é possível encontrar opções ali mesmo, dando uma volta pela quadra do hotel ou procurando nas proximidades pelo Google Maps, mas é legal sempre ter em mente alguns lugares infalíveis, aqueles que têm filiais espalhadas por tudo quanto é canto. Aqui, indico cinco redes para você tomar café da manhã na Europa.

Eu não podia falar em cafés sem ao menos citar o Starbucks. É clássico e todo mundo conhece! Por isso nem vou me estender nele e já partir para as próximas sugestões.

Apesar de escrito em italiano, o Caffè Nero foi criado na Inglaterra e hoje já tem filiais por onze países. Outra britânica que faz sucesso é a Pret a Manger, dessa vez em francês, e que significa ‘pronto para comer’. Além dos cafés, ela também vende ótimos sanduíches. Para completar o trio das cafeterias do Reino Unido, temos também o Costa Coffee, que é a segunda maior cadeia de cafés do mundo – fica atrás apenas do Starbucks, claro.

Por fim, temos a Paul Boulangerie. A padaria francesa fundada em 1889 comercializa, é claro, itens clássicos da culinária francesa, como crepes, croissants e macarons. Hoje, pertence ao mesmo grupo da Ladurée, que faz os macarons (provavelmente) mais famosos do mundo.

Clique aqui e leia mais sobre VIAGEM!

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