O melhor fish&chips da Inglaterra fica em Bath

Continue lendo

Maquiagem favorita com sombra rosa

Continue lendo

Vale a pena fazer extensão de cílios?

Continue lendo

Onde comer em Paris

Continue lendo
Gastronomia

Dois Por Um: quais restaurantes vale a pena conhecer com o guia 2019?

| 2 de junho de 2019

Vocês já ouviram falar no Dois Por Um? É um guia pela cidade de São Paulo em que todas as atrações, restaurantes e bares oferecem promoções no formato pague um, leve dois. Conhecer lugares novos e provar comidas diferentes é algo que nossa família adora fazer, então não pensamos duas vezes em comprar o livrinho e colocar em uso quase que em todos os finais de semana! 

Até o momento, todos os restaurantes que fomos retirava o prato mais barato da conta. Alguns também têm regras mais específicas, como escolher pratos apenas de massas para entrar na promoção. De qualquer forma, o desconto realmente vale a pena! O livro custou uns 120 reais e compramos dois, porque somos em quatro pessoas. Se formos considerar que os restaurantes são bem conceituados em São Paulo e os pratos saem, em média, por 60 reais, o livro acaba sendo “pago” logo na segunda saída! Incrível, né?

A lista com todos os restaurantes, bares e atrações estão no site oficial, onde também são divulgadas as vendas do livro. Eles são super concorridos e esgotam muito rápido, então vale ficar atento por volta de novembro para conseguir seu exemplar.  

Aqui nesse post, trago os lugares que mais gostamos de conhecer por meio do livro. Vou atualizando ao longo do ano, sempre que encontrarmos algum lugar que vale a pena compartilhar com vocês. Anotem as dicas e não deixem de procurar o livro nos próximos anos!

Pecorino Cucina Mediterrânea @ Rua Natingui, 1558 – Pinheiros, São Paulo

O que comemos: Cordeiro com gnocchi de sálvia (R$65), bife ancho com risoto de champignon (R$69) e bacalhau ao forno com legumes (R$68)

Economia: R$130

MiCi @ Rua Ministro Ferreira Alves, 244 – Perdizes, São Paulo

O que comemos: Brusquetas caprese com tapenade de azeitonas com castanhas (R$23), costela suína com molho da casa e purê de mandioca com brie (R$59), bife de chorizo com manteiga de cogumelos, purê de couve-flor, lascas de parmesão e farofa de castanhas (R$69) e moqueca de pirarucu com jasmin ao coco e farofa de limão (R$64)

Economia: R$118

Jamile @ Rua Treze de Maio, 647 – Bela Vista, São Paulo

O que comemos: Cupim de sal com mandioca amarela e farofa de banana (R$78), moqueca baiana de peixe branco, com camarão e farofa de mandioca com pimenta e coentro (R$78), ragu de rabada com nhoque de batata e agrião (R$78), salmão com crosta de pistache, creme de aspargos e aspargos grelhados (R$84), doce de banana com ganache de chocolate 70%, chantilly de doce de leite e farofa de castanha do Pará (R$23) e charuto de chocolate – massa crocante de chocolate meio amargo, recheada de creme patisserie com Callebaut e sorvete de pistache (R$28)

Economia: R$156

Praça São Lourenço @ Rua Casa do Ator, 608 – Vila Olímpia, São Paulo

O que comemos: Costeleta de vitelo empanado com pão e ervas e assado no forno a lenha, acompanha nhoque de abóbora na manteiga de manjerona e picles de cebola roxa (R$89), lombo de bacalhau assado ao forno sobre camada de pimentões aromáticos, batatinhas e cebolas douradas (R$107), bife de chorizo de Angus na grelha, vegetais e batata suflê (R$95), risoto de camarão com limão siciliano e tomate crocante (R$95)

Economia: R$184

El Carbón @ Rua Pamplona, 1704 – Rooftop (4º andar) – Jardins, São Paulo

O que comemos: Fideuá (massa típica espanhola) com camarões grelhados no carvão e molho bisque (R$96), bacalhau confitado e assado no carvão, com batata, cebola e ovo cozido (R$107), Ancho ao molho gorgonzola e batatas rústicas (R$89), paleta de cordeiro com purê de cará, brócolis tostado e farofa de castanha do pará (R$89), torta Santiago com creme inglês e sorvete de panna cotta (R$28) e mini churros com doce de leite e bananada (R$28)

Economia: R$178

Ir para Post

Minha coluna dói

Cruze a linha de chegada

| 24 de maio de 2019

Domingo passado, 19 de maio de 2019, ao concluir a prova dos 10km da Tribuna em Santos (SP), completei a emblemática marca de 1000km percorridos em provas oficiais. Comecei nesse mundo em 2007, exatamente nessa mesma prova, que sempre ocorre no 3º domingo de maio. Na época, eu estava no meio de um processo de recuperação de uma cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior – lesão que eu tinha “ganho” no final de 2006 jogando futebol. Por orientação do fisioterapeuta que cuidava do meu caso, a corrida seria uma forma eficiente de ganhar novamente musculatura e, de certa forma, perder qualquer medo de retomar as práticas esportivas. 

Completei essa primeira prova em 1h12m56s, um tempo que pode parecer bem ruim aos iniciados, mas que pra mim foi como uma medalha olímpica – só quem já passou pelo stress de uma cirurgia como essa pode entender o que estou falando. Continuei correndo para fortalecer e acelerar meu retorno aos esportes (futebol e tênis), mas acabei sendo abduzido pela energia da corrida e, quando percebi, já estava madrugando aos finais de semana e calçando tênis, comprando relógios medidores de batimento cardíaco e me inscrevendo em novas provas. 

Para quem nunca experimentou a sensação de cruzar a linha de chegada, recomendo fortemente. Dizem que é a endorfina, hormônio conhecido por proporcionar bem-estar e sensação de felicidade, liberado em nosso organismo após meia hora de exercícios aeróbios, ou por meio do consumo leve de chocolate. Na dúvida, eu faço os dois, e sigo feliz! 

Vamos lá, levante do sofá e experimente também.

1000 Km

95 provas

05’34” pace médio

0:50:11 melhor tempo nos 10 km

 

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?

Ir para Post

Comportamento

Eu não quero mais o status da SPFW

| 28 de abril de 2019

Alguns dias atrás ouvi um podcast da Thereza Chammas, que escreve para o blog Fashionismo, e o conteúdo do áudio me fez pensar. Ela falava sobre o Coachella, festival de música que acontece todos os anos na Califórnia. Sempre foi hypado e caro. Os artistas e influenciadores desfilavam por lá com seus looks totalmente instagramáveis. Eu mesma fui fã do Coachella por anos. Aqui no blog, por exemplo, tem vários posts reunindo looks memoráveis do evento. Mas depois de ouvir a reflexão da Thereza, em que ela explica como esse sistema anda tão desinteressante, percebi que concordava com tudo e comecei a fazer minha própria análise, dentro da minha própria realidade.

No meu primeiro ano de faculdade (e também de mercado de trabalho) consegui um ingresso para a São Paulo Fashion Week. Foi minha primeira vez em um evento que, até então, me parecia tão distante. Algo inatingível, sabe? Rolou vlog no canal e até post no blog. Aquilo significou demais pra mim… Era, de verdade, como realizar um sonho! Mas esse sonho passou. 

Hoje, não tenho mais vontade alguma de ir à SPFW. Perdeu o hype, o glamour, o status que tudo isso tinha pra mim. E agora, depois de ouvir o podcast da Thereza, dá pra relacionar totalmente com o caso do Coachella. Os looks do pessoal que passa pelo festival são incríveis? Claro que são! Mas é um festival de música. Durante os dois finais de semana do festival, eu abria o Instagram e via as mesmas imagens. As mesmas blogueiras faziam as mesmas poses em frente aos mesmos cenários. Cansa, né? E na hora do show, a preocupação em gravar tudo e postar nos stories passava longe da vibe de curtir o momento. Acho que isso ficou bem saturado pra mim e com a SPFW é a mesma coisa.

Passaram mais alguns dias e chegou sábado, 27 de abril – exatamente três anos depois da minha primeira vez na SPFW, em 2016. Um modelo desmaiou na passarela durante o desfile e algum tempo depois anunciaram a sua morte. De primeira, qualquer um fica em choque com a notícia. É uma tragédia. No meu curto tempo acompanhando a indústria da moda, não me lembrava de ter visto uma fatalidade como essa. Mas, maior fatalidade ainda foi o que aconteceu depois. 

Depois do modelo desmaiar e ser retirado da passarela pra receber atendimento médico, o desfile continuou. As pessoas aplaudiram, os estilistas agradeceram. A SPFW divulgou uma nota lamentando a morte, mas os desfiles continuaram e a programação do evento permaneceu igual por opção das próprias marcas. Quando eu vejo coisas como essa, volta aquela ideia de como a moda é desumana. Para qualquer grife que emplaca uma coleção na semana de moda, é um momento de vitória. Mas é justo comemorar isso ao mesmo tempo em que outro ser humano perdeu a vida ali mesmo? Essa insensibilidade e falta de empatia é triste. Sem contar que essa tragédia teve destaque porque aconteceu na cara da sociedade e logo atraiu a atenção da mídia, mas têm milhares de pessoas vítimas da indústria da moda e que não tem os mesmos holofotes (vide o post sobre Rana Plaza). Acho que a moda vêm perdendo um pouco a graça. Ou talvez seja eu que, de uns tempos pra cá, tenho visto tudo com outros olhos…

Desde que percebi meu comportamento mudar em relação à moda, falei com algumas pessoas sobre o assunto para ouvir mais opiniões. Essa é a proposta do post: não ser apenas um objeto de reflexão, mas de diálogo e troca. Vamos expandir a conversa?

Ir para Post

Moda

Rana Plaza e a indústria da moda: por que precisamos repensar nosso consumo?

| 24 de abril de 2019

Alguns meses atrás, eu assisti ao documentário The True Cost na Netflix. Aquilo abriu minha cabeça para várias questões relacionadas à sustentabilidade na moda e, principalmente, aos meios de produção nessa que é uma das mais lucrativas indústrias do mundo.

Em vários momentos, o documentário aborda a tragédia de Rana Plaza, quando um desabamento de prédio em Bangladesh deixou mais de mil mortos em abril de 2013. Agora, exatamente seis anos após o desastre, li um texto publicado no site Business of Fashion que me fez pensar ainda mais sobre os riscos dessa indústria. Apesar de ser de fevereiro deste ano, decidi traduzi-lo e compartilhar aqui, de forma que vocês possam ter essa reflexão também e para repensarmos juntos nosso consumo.

Seis anos após Rana Plaza, segurança de trabalho está ameaçada em Bangladesh de novo

Seis anos atrás, o desabamento de uma fábrica em Rana Plaza matou mais de mil pessoas, empurrando violentamente a questão das condições de trabalho na indústria da moda de Bangladesh para o cenário global. Agora, a iniciativa emblemática da indústria para melhorar a segurança do trabalhador corre um perigo iminente de perder o equilíbrio no país, mesmo com milhares de trabalhadores do setor enfrentando desemprego e ações legais por protestos contra baixos salários.

A situação destaca a tensão contínua entre a demanda do mundo ocidental por produtos baratos e a demanda crescente por processos de fabricação mais éticos e sustentáveis. A cada ano, cerca de 30 bilhões de dólares em roupas deixam Bangladesh com destino a lojas como H&M e Zara. Essas marcas e muitas outras têm apoiado ativamente iniciativas para melhorar os direitos e a segurança dos trabalhadores. No entanto, Bangladesh continua sendo um importante centro de fabricação. Se as condições se deteriorarem, não há muitas alternativas que possam corresponder à produção do país em volume ou preço.

“Desde Rana Plaza, o abastecimento de Bangladesh só continuou a crescer”, disse Liana Foxvog, diretora de campanhas do Fórum Internacional dos Direitos Trabalhistas. “O governo pode pensar que, visto que as marcas mantêm as fontes daqui, parece que elas não se importam com os direitos dos trabalhadores, apesar do que dizem publicamente”. 

No rescaldo do desastre de Rana Plaza, os varejistas norte-americanos e europeus enfrentaram uma pressão sem precedentes de consumidores e ativistas para encarar as condições muitas vezes miseráveis ​​dos trabalhadores que fazem suas roupas. Mais de 200 marcas juntaram-se a sindicatos para formar duas organizações que criaram compromissos juridicamente vinculativos para garantir a segurança dos trabalhadores. Essas iniciativas, conhecidas como Accord on Fire and Building Safety in Bangladesh e Alliance for Bangladesh Worker Safety, conseguiram consertar cerca de 90% dos problemas originalmente encontrados nas fábricas que eles cobrem. Mas eles também foram destinados a ser temporários. O Alliance encerrou suas operações no ano passado, entregando suas responsabilidades aos parceiros locais; já o Accord foi estendido para 2021. Mais de 190 marcas, em grande parte europeias, assinaram a extensão, mas enfrentam uma crescente oposição do governo de Bangladesh e dos proprietários de fábricas.

Em maio de 2018, um tribunal superior decidiu que o Accord poderia permanecer no país por apenas mais seis meses. Eles recorreram da decisão e o caso se arrastou. Em fevereiro de 2019, uma divisão da suprema corte do país concedeu ao Accord outro adiamento, postergando o caso para 7 de abril. Mas a incerteza sobre o futuro da organização levantou preocupações de que os ganhos de segurança obtidos nos últimos anos poderiam ser revertidos. “O que foi alcançado tem sido lento, mas é um progresso de mudar o jogo”, disse Aruna Kashyap, conselheira sênior da divisão de direitos das mulheres da Human Rights Watch. “O governo está no precipício de desfazer tudo por causa dessa oposição política ao Accord.”

Os anos se passaram sem outro grande incidente, então a situação dos trabalhadores do setor de vestuário de Bangladesh sumiu da consciência dos consumidores ocidentais. Enquanto isso, a demanda por moda barata e rápida de Bangladesh só continuou a crescer. Entre 2010 e 2017, a participação do país nas exportações globais de vestuário aumentou de 4,2% para 6,5%, segundo a Organização Mundial do Comércio. Ao mesmo tempo, entre 2011 e 2016, as margens de lucro nas fábricas de fornecedores em Bangladesh caíram cerca de 13%, segundo um relatório publicado no ano passado pela Pennsylvania State University. Isso contribuiu para uma diminuição nos salários reais e aumento das violações dos direitos dos trabalhadores desde o desastre do Rana Plaza, com exceção das melhorias de segurança graças ao Accord

Milhares de trabalhadores foram demitidos nos últimos meses depois de protestar contra mudanças no salário mínimo do país. Muitos também estão enfrentando ações legais movidas por proprietários de fábricas, segundo representantes sindicais. Empresas que operam no país disseram que estavam trabalhando com sindicatos para investigar e resolver os problemas recentes. A ameaça ao Accord e as questões em torno dos salários são “como duas batalhas paralelas que estamos combatendo ao mesmo tempo”, disse Kalpona Akter, fundador e diretor executivo do Bangladesh Centre for Worker Solidarity, uma organização de direitos trabalhistas.

Representantes do governo não responderam aos pedidos de comentários. Bangladesh pediu que sua própria unidade de vigilância substituísse o Accord, levando o regulamento de segurança de volta às mãos do governo. Embora os padrões de segurança tenham melhorado significativamente desde 2013, o Accord afirma que seu trabalho ainda não está concluído. Por exemplo, apenas 49% das fábricas da Accord que tinham sistemas de incêndio inadequados durante as inspeções iniciais instalaram sistemas compatíveis de detecção e prevenção. De acordo com o Fórum Internacional dos Direitos do Trabalho, cerca de 40 pessoas morreram em consequência de incêndios e incidentes relacionados nas fábricas de roupas de Bangladesh desde 2013. Negociações que permitiriam uma transição gradual das responsabilidades do Accord para o governo até agora não resultaram em um acordo.

“As marcas deixaram claro em várias ocasiões que o fechamento prematuro do Accord em Bangladesh faria com que reconsiderassem as posições de abastecimento e colocassem em risco a reputação de Bangladesh como um país seguro”, disse o vice-diretor do Accord, Joris Oldenziel. Nos bastidores, as empresas têm pressionado por uma solução e se esforçam para implementar medidas para proteger seus negócios. 

Embora haja amplo consenso, o governo deve eventualmente assumir a responsabilidade de monitorar os padrões de segurança, mas observadores do setor dizem que o governo não possui a equipe ou infraestrutura qualificada para assumir o controle. A repressão aos trabalhadores que protestam contra mudanças no salário mínimo também levantou questões sobre seu compromisso com a proteção dos direitos dos trabalhadores.

Sérias questões trabalhistas, como as de Bangladesh, estão se tornando uma crescente responsabilidade, já que as empresas enfrentam cada vez mais pressão de consumidores, investidores e governos para mostrar que estão mantendo padrões éticos em suas cadeias de fornecimento. Muitas marcas dizem que estão tentando agir com mais responsabilidade, inscrevendo-se em iniciativas do setor que apoiam os direitos dos trabalhadores, mas na esteira da recente repressão em Bangladesh, alguns acham que não foram proativos o suficiente para proteger as pessoas que fazem suas roupas.

Se o Accord for eliminado, poderá ser um verdadeiro teste para o compromisso das marcas com a ação. Nos últimos cinco anos, a sua supervisão tornou-se um dos pilares da licença social de muitas marcas para operar em Bangladesh. Se não puder continuar as operações no país, centenas de fábricas que foram sinalizadas por violações de segurança podem perder o direito de fazer negócios com marcas ocidentais em questão de meses. “Se o Accord for jogado fora do país e essa repressão continuar, não acho que isso trará algo bom para a indústria”, disse Akter.

Encerro esse post com um vídeo super explicativo da Nátaly Neri. Assistam e retornem aqui para debatermos ainda mais o tema 🙂

Ir para Post

Comportamento

Diário de TCC #1: Qual tema eu escolhi?

| 22 de abril de 2019

Os anos passaram voando e agora chegou o momento de fazer o TCC, o trabalho de conclusão de curso! Escolhi um formato digital, que pudesse ser acessado por todos, então o YouTube vai ser minha plataforma pra publicar uma websérie sobre a importância da gastronomia como preservação cultural dos imigrantes em São Paulo

No primeiro vídeo do meu diário de TCC, explico como cheguei nesse tema e mais outros detalhes que precisamos nos atentar antes de colocar a mão na massa e, de fato, começar a executar nosso projeto. Espero que gostem!

Ir para Post