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Minha coluna dói

Schhhhhpá!

| 12 de setembro de 2018

Foto:  Unsplash / @jeremyforlife

Schhhhhpá!

É mais ou menos assim o ruído que se tem ao abrir um tubo de bolinhas de tênis. E para quem gosta do esporte, esse som, seguido do cheirinho característico (um misto de borracha, feltro e cola) se transformam em um momento mágico. Vai começar um jogo.

O tênis foi criado por ingleses muito provavelmente no século XVI e é atualmente um dos esportes que mais movimentam dinheiro no mundo – seus principais atletas são como estrelas do jet set internacional, seus torneios famosos atraem multidões, sendo um esporte praticado em todo o planeta ao longo do ano, jogado em superfícies distintas, e por pessoas de qualquer idade.

Check.

Esse seria mais ou menos o ruído de meu lápis (quem me conhece sabe que eu uso) ao riscar mais um item da minha lista. Nesse caso, da lista de desejos, de sonhos, ou da bucket list, como ficou na moda falar há algum tempo.

Hoje é dia 30 de agosto e estou sentado na poltrona 1 da fileira M do setor 124 do Estádio Arthur Ashe no complexo de Flushing Meadows no bairro do Queens em Nova Iorque, onde é realizado anualmente o US Open, a maior competição de tênis dos Estados Unidos e uma das quatro que compõem o Grand Slam – nome que se dá aos principais torneios do mundo, que incluem também o Australian Open (realizado nos meses de janeiro em Melbourne), o Roland Garros (maio em Paris) e Wimbledon (junho na Inglaterra). Eu podia estar assistindo a qualquer jogo que já seria sensacional, mas a sorte me fez ainda mais feliz e estou vendo uma partida do suíço Roger Federer (aos não iniciados no esporte, é mais ou menos como assistir a um jogo do Pelé!).

Sua bucket list pode existir em algum papelzinho guardado na sua gaveta ou mesmo ser imaginária. Importa pouco. O que vale mesmo é ter uma! E ir além… Ter, manter e sempre deixá-la atualizada. A sensação de fazer um check nessa lista se transforma na energia que nos move na vida. Alcançar sonhos, independentemente de seus tamanhos e tipos é o que faz nossos olhos brilharem, esquecermos as dificuldades e seguirmos adiante. Monte a sua e experimente a sensação.

Game. Set. Match.

Com essa frase, o árbitro da partida encerra formalmente um jogo de tênis. E não poderia ser diferente meu jeito de encerrar esse pequeno texto.

E vamos atrás dos novos itens da lista. Sempre!

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Beleza

#TesteDoBatom: Vermeli, da Quem Disse Berenice

| 8 de setembro de 2018

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Entretenimento

A assustadora realidade de The Handmaid’s Tale

| 30 de agosto de 2018

O futuro de The Handmaid’s Tale é aterrorizante. Gilead era os antigos Estados Unidos, que após um golpe político, foi transformado em uma sociedade submetida à normas totalitárias. As mais prejudicadas com a mudança são as mulheres, que foram impedidas de trabalhar, ter seu próprio dinheiro e até mesmo ler. A partir desse momento, passaram a viver subordinadas aos homens e foram divididas em castas: as Esposas são mulheres inférteis, casadas com os Comandantes e que fazem parte da elite de Gilead; as Marthas também são mulheres inférteis, mas de classe social inferior, então desempenham trabalhos domésticos; por fim, as Aias são “servas” enviadas às casas dos Comandantes para procriar, já que são as únicas mulheres férteis que restaram na nação. Elas são submetidas a estupros ritualizados praticados pelo Comandante, enquanto a Esposa assiste a tudo e até participa do ato, segurando as mãos da Aia para ela não se mexer.

Todo esse sistema foi motivado pela questão ambiental: os Estados Unidos enfrentavam baixas taxas de fertilidade, causadas pela poluição e por doenças sexualmente transmissíveis. Para reverter esse quadro, um grupo assumiu o poder e criou Gilead, um novo estado fundamentado em regras totalmente conservadoras e com fundamentação religiosa.

A série produzida pelo serviço de streaming Hulu foi baseada no livro homônimo de 1985, escrito por Margaret Atwood. No entanto, apesar de ter sido escrita há mais de 30 anos, a história continua atual e traz uma reflexão acerca da sociedade em que vivemos.

É difícil ignorar o movimento feminista nos dias de hoje. O empoderamento feminino é pauta nas mais diversas produções cinematográficas e é o foco principal de The Handmaid’s Tale. As mulheres foram completamente subordinadas aos homens em uma sociedade conservadora, que reforça o machismo e que regride séculos. Sua participação fica minimamente reduzida ao título de Esposa, no caso de mulheres da elite. A situação é ainda pior com mulheres de classes marginalizadas ou que quebram alguma regra da nova constituição. De maneira nada sutil, a série traz o debate do movimento feminista e expõe uma sociedade totalmente patriarcal. Ainda que se passe no futuro, a dúvida levantada é como foi possível regredir tanto nos direitos conquistados pelas mulheres ao longo dos anos.

Serena Joy Waterford, uma das personagens principais da série, ilustra bem esse cenário. Foi apresentada como a esposa do Comandante Waterford, que aguarda a aia Offred lhe dar um bebê. No decorrer dos episódios, porém, percebe-se que Serena já foi uma ativista, escritora e participou da criação de Gilead. Após o novo governo ser finalmente implantado, ela percebe que limitou seu papel na sociedade que ajudou a criar. Uma das consequências foi sua carreira como escritora, que desapareceu com a nova legislação que proíbe mulheres de ler e escrever. Serena contribuiu para a origem de uma nova organização que extinguiria seus direitos como mulher.

A homossexualidade é abordada de maneira mais discreta, mas ainda é importante na série. A personagem Emily, ou então Ofglen, é considerada uma “traidora de gênero” porque é casada com outra mulher. O novo governo não tolera qualquer tipo de demonstração amorosa fora do que é considerado “padrão” por eles, ou seja, relacionamentos heteronormativos. As pessoas que quebram essa regra podem ser mortas ou enviadas às Colônias. Na série, Emily apenas não foi morta porque ainda é fértil e pode assumir a função de uma Aia.

O contexto político da nossa sociedade faz um paralelo direto ao de The Handmaid’s Tale. A série estreou em abril de 2017, poucos meses após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos. Os seus discursos polêmicos são repletos de declarações racistas e xenofóbicas. Não muito distante, temos o deputado Jair Bolsonaro, que já demonstrou diversas vezes ter comportamentos machistas e homofóbicos.

Em pleno século XXI, quem toma as decisões sobre o corpo feminino ainda são os homens. Por isso, mais do que nunca, a série tem extrema relevância para abordar (mesmo que na ficção), temas envolvendo a objetificação e controle da mulher.

Se você ainda não assistiu, fica aqui minha indicação! Aproveite para ler essa entrevista que fiz com a Madeline Brewer, atriz que interpreta a Janine. Vale a leitura para entender um pouco melhor sobre todo esse universo de Gilead!

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Viagens

O que você precisa saber antes de conhecer a Itália

| 19 de agosto de 2018

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Beleza

Trend capilar: morena iluminada

| 9 de agosto de 2018

Sempre fui uma morena zero adepta a transformações capilares. O máximo que fazia era alternar o cabelo em comprimentos diferentes, ora mais curtinho, ora mais longo. Porém, recentemente descobri uma nova técnica de coloração no cabelo que chamou minha atenção: o moreno iluminadoA ideia desse tom é ficar com cara de cabelo exposto ao sol, já que as luzes são bem sutis, como um leve reflexo. Isso dá uma leveza pro cabelo naturalmente escuro. 

Com o recente boom da tendência, fiquei curiosa pra testar e separei uma série de inspirações que farão você querer se transformar em uma morena iluminada. Vai que rola um incentivo pra vocês, que nem rolou comigo, né?

Clique aqui e leia mais sobre BELEZA!

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