Minha coluna dói

Espelho, espelho meu

| 4 de dezembro de 2016

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né? 

Uma tela de LCD no meio de um espelho, em conjunto com uma câmera acoplada e um aplicativo – esse é o kit do HiMirror, disponível por US$ 189 nos Estados Unidos (www.himirror.com).

O software tira fotos do rosto do usuário, guarda em um banco de dados, analisa as imagens e suas variações, dá “dicas de beleza” ou até mesmo identifica possíveis sinais de doenças de pele. A solução vai além pois tem conexão com outros aplicativos, permitindo ouvir música no banho, acessar sites de previsão do tempo, notícias, etc..

Mas ele não é o único – há alguns meses, um engenheiro do Google já havia apresentado um protótipo de espelho inteligente, conectado à internet e que deve virar produto em breve. E procurando na internet, é possível achar também soluções baseadas na tecnologia da Apple, uma espécie de “tabletgigante”, também com as mesmas funcionalidades.

Já dá até para imaginar a famosa cena da rainha da Branca de Neve na sua casa: “Espelho, Espelho meu….” e o assistente digital (tipo Siri) respondendo…

Ir para Post

Minha coluna dói

Content Wars

| 6 de julho de 2016

 Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?

A NETFLIX vem assombrando o mercado. Primeiro, soube se reinventar e saiu do mundo “físico” (locação de DVDs) para o virtual, transformando-se em uma potência de US$ 40 bilhões. Depois percebeu que o público queria mais e passou a produzir séries originais, que lhe renderam não só mais clientes mas também prêmios, prestígio e claro, concorrentes. Em 2015, as estatísticas mostraram que aproximadamente 30% do tráfego de internet nos Estados Unidos foi proveniente dos seus serviços de streaming

Esse sucesso despertou interesse em outras empresas. A AMAZON saiu na frente e também já está produzindo conteúdos próprios e disponibilizando online (pena que ainda não aqui no Brasil). E nessa mesma onda, vem aí, APPLE, GOOGLE, FACEBOOK e a gigante chinesa ALIBABA

Os 75 milhões de usuários ao redor do mundo da NETFLIX confirmam que a estratégia dessas empresas está acertada. O caixa da APPLE atual, estimado em US$ 216 bilhões seria suficiente para comprar a NETFLIX (e várias outras) mas mesmo assim, ela prefere partir de suas ideias. E assim seguem as demais, que já vão dando seus primeiros passos. O último filme da marca “Missão Impossível” recebeu investimentos pesados da ALIBABA, em um sinal claro que o varejo ficou pequeno para eles. 

Em maio, a NETFLIX lançou um programa no estilo Talk Show para ser transmitido via streaming, avançando além das séries e incomodando definitivamente toda a cadeia de entretenimento. Estão presentes em 190 países e prometem dobrar a oferta de conteúdos originais ainda esse ano. 

Nessa guerra, por enquanto, nós consumidores estamos ganhando…. 

Ir para Post