Gastronomia

Le Bife: vale a pena ir ao restaurante do Jacquin?

| 14 de outubro de 2019

Será que os restaurantes dos Masterchefs merecem todo esse hype? Fui conhecer o Le Bife, cujo cardápio é assinado pelo chef Erick Jacquin, e aqui compartilho minha experiência.

Fomos ao restaurante com o guia Dois por Um, que já comentei aqui com vocês e expliquei como funciona. O guia dá direito a dois cortes de carne pelo preço de um. Eu fui de entrecôte premium black angus, mas há também filet mignon, fraldinha, filet mignon de cordeiro, bisteca de porco, salmão grelhado e escalope de frango korin. Independente do corte escolhido, ele será servido com um molho à sua escolha e vários acompanhamentos à vontade disponibilizados em formato de rodízio.

O entrecôte era muito bem servido e macio, estava perfeito! Entre os acompanhamentos, destaco as batatinhas fritas – crocantes, ótimas para acompanhar a carne. Há também opções como lasanha vegetariana, creme de espinafre e legumes assados.

De sobremesa, o petit gateau é tradicional e acompanha “assinatura” do chef, mas é pequeno. Sugiro que vá de creme brulèe, que não decepciona em nada com a casquinha quentinha em contraste com o creme gelado. 

E aí, valeu? Muito! Estava tudo delicioso. A conta facilmente alcança os 150 reais por pessoa, mas é um preço honesto pela qualidade entregue. Super recomendo!

Clique aqui para ler mais sobre GASTRONOMIA!

Ir para Post

Entretenimento | Gastronomia

3 séries incríveis para apaixonados por gastronomia

| 19 de setembro de 2019

Não é novidade que eu amo gastronomia – e isso vai muito além do ato de comer, é claro! Amo ler sobre o assunto, pesquisar, conversar e assistir conteúdos sobre isso. No meu período de pesquisa para o TCC, mergulhei a fundo em livros, revistas, filmes e séries que abordassem o tema e que me trouxessem referências e inspirações, tanto de conteúdo, quanto de formato. Isso expandiu minha visão e me vi bem mais capacitada para falar sobre culinária, um tema que sempre adorei, mas que sigo em busca de refinamento.

Nesse momento de ler&ver tudo que eu encontrava sobre gastronomia, me deparei com três séries que valem um super destaque especial e a indicação para ocupar seu tempo livre. São leves, divertidas e, claro, tem comida envolvida!

Chef’s Table é uma série em formato de documentário produzida pela Netflix. São seis temporadas e cada episódio narra a vida de um chef, mostrando sua história, trabalho em restaurantes estrelados e até a concepção criativa dos pratos por trás do resultado final. Os restaurantes de 11 dos chefs apresentados na série entraram para a lista dos 50 melhores do mundo. Apesar de abordar essencialmente a gastronomia, a série passeia também por temas como viagem e história. Destaque para a fotografia da série: é perfeita! Os takes vão desde a compra dos alimentos até a entrega do prato ao cliente, passando pelo primoroso modo de preparo, documentado impecavelmente pelo programa. Com narrativa fluida e envolvente, é possível se inserir na história e acompanhar uma espécie de biografia sucinta do chef, que depois seguirá à culinária. Esse estilo de trama conduz o espectador e, somado à fotografia, traz dinamismo aos episódios. 

Street Food, também da Netflix, leva a mesma narrativa para a comida de rua. Ao apresentar o lado popular da alta gastronomia, a série conduz o público a uma imersão na cultura local. Os pratos caros e restaurantes refinados são deixados de lado, abrindo espaço para calçadas esfumaçadas e pequenos estabelecimentos em zonas populares. O principal aspecto desta série que a deixa tão única é a valorização da comida comum como cultura. 

Por fim, apesar de girar em torno do turismo, o programa Pedro Pelo Mundo, da GNT, insere muito bem a gastronomia como fator cultural de um país. Em seus roteiros, o jornalista Pedro Andrade viaja pelos quatro cantos do planeta e mergulha de cabeça na cultura local, conversando com os moradores e trazendo embasamento histórico. A construção dos episódios é um dos pontos mais altos, porque traz muito dinamismo ao misturar os elementos como história e alimentação, que fazem parte da expressão cultural de cada país. O mais interessante é poder ver como os sabores e ingredientes refletem nos hábitos e tradições de cada lugar. 

Clique aqui e leia mais sobre GASTRONOMIA!

Por Marcella Costa

Ir para Post

Gastronomia | Viagens

Cinco lugares para café da manhã na Europa

| 14 de setembro de 2019

Durante viagens, o café da manhã costuma ser a refeição que faço mais rapidamente e que exige verba menor – faz sentido por aí também?! Me preocupo em encontrar restaurantes e docerias diferentonas para o almoço e jantar, então acabo deixando de lado as pesquisas por cafés que abram cedinho. É claro que é possível encontrar opções ali mesmo, dando uma volta pela quadra do hotel ou procurando nas proximidades pelo Google Maps, mas é legal sempre ter em mente alguns lugares infalíveis, aqueles que têm filiais espalhadas por tudo quanto é canto. Aqui, indico cinco redes para você tomar café da manhã na Europa.

Eu não podia falar em cafés sem ao menos citar o Starbucks. É clássico e todo mundo conhece! Por isso nem vou me estender nele e já partir para as próximas sugestões.

Apesar de escrito em italiano, o Caffè Nero foi criado na Inglaterra e hoje já tem filiais por onze países. Outra britânica que faz sucesso é a Pret a Manger, dessa vez em francês, e que significa ‘pronto para comer’. Além dos cafés, ela também vende ótimos sanduíches. Para completar o trio das cafeterias do Reino Unido, temos também o Costa Coffee, que é a segunda maior cadeia de cafés do mundo – fica atrás apenas do Starbucks, claro.

Por fim, temos a Paul Boulangerie. A padaria francesa fundada em 1889 comercializa, é claro, itens clássicos da culinária francesa, como crepes, croissants e macarons. Hoje, pertence ao mesmo grupo da Ladurée, que faz os macarons (provavelmente) mais famosos do mundo.

Clique aqui e leia mais sobre VIAGEM!

Ir para Post

Gastronomia | Viagens

O melhor fish&chips da Inglaterra fica em Bath

| 14 de julho de 2019

Eu diria que fish and chips é a comida mais emblemática da Inglaterra. Quase todos os restaurantes servem porções do tradicional peixe com batatas fritas – o peixe geralmente é bacalhau, mas não da maneira que comemos aqui no Brasil, isso porque ele é dessalgado para depois ser frito. Alguns oferecem acompanhamentos extras e eu sugiro que você dê uma chance ao purê de ervilha – é delicioso!

Entre os vários restaurantes em que provamos o fish and chips, um se destacou: Hall & Woodhouse. Estávamos passeando por Bath sem qualquer indicação de restaurante quando nos deparamos com esse, movimentado e com comidas que pareciam deliciosas. Entramos e nossa aposta foi certeira.

fish and chips do Hall & Woodhouse custa £13,25, o que sai em torno de R$62. Como ele é bem servido e dividimos em duas pessoas, o valor sai bem em conta. Além das batatas e do purê de ervilha, o prato também acompanha um molho tártaro – fica divino com o peixe!

Minha mãe, que não curte muito batata, amou as do Hall & Woodhouse e disse que provavelmente eram as mais gostosas que já havia provado na vida! Eu assino embaixo para confirmar: elas são realmente muito boas e vale a visita se você estiver em Bath.

Hall & Woodhouse Bath 1 Old King Street

Clique aqui e leia mais dicas da INGLATERRA!

Ir para Post

Gastronomia | Viagens

Onde comer em Paris

| 20 de junho de 2019

Durante nossos quatro dias por Paris, provamos comidas deliciosas nos mais diversos restaurantes. Destaquei aqui nesse post os dois lugares que mais gostamos e que vale a pena você conhecer também! Vale ressaltar que ambos têm preços bons e estão super bem localizados. Aproveitem!

Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

La Creperie 12 Rue Soufflot

Crepe é um clássico francês, seja doce ou salgado. Tivemos sorte de o único local em que comemos ser simplesmente incrível! O La Creperie fica pertinho do Panthéon – se você for a Paris no verão e se sentar na varanda, tem uma vista privilegiada para o monumento! Geralmente os restaurantes muito próximos a pontos turísticos são caros e a comida não é boa, mas esse foi exceção: estava tudo excelente e o preço era justo. Pedimos quatro sabores do crepe salgado, que custou 10 euros cada. De sobremesa, escolhemos um crepe doce e um waffle, ambos acompanhados de chantilly e sorvete e super bem servidos! 

Bistrot Maison Rouge 12 Rue de la Ferronnerie – Place Marguerite de Navarre

Esse restaurante foi um super achado bem em frente ao nosso hotel, o Novotel Paris Les Halles. Meu pai e meu irmão comeram boeuf bourguignon (uma espécie de picadinho francês) e minha mãe foi de linguine com champignon. Como eu não estava com muita fome, escolhi a burrata com pão e tomatinhos… Uma das mais gostosas que já provei! O crème brûlée também estava impecável: casquinha quentinha por fora, creme gelado por dentro. 

Ir para Post