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Livro: Marketing de Moda, da Harriet Posner!

| 14 de julho de 2017

O livro Marketing de Moda foi escrito pela Harriet Posner e reúne diversos conceitos do marketing aplicados às práticas da moda. A Editora Gustavo Gili Brasil mandou um exemplar aqui pra casa e nesse vídeo eu conto pra vocês o que achei do livro. Vamos lá?!

Ficou interessado? O livro está disponível no site da editora por R$149. Vale super o investimento! 

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A tensão psicológica de Fragmentado

| 26 de junho de 2017

Casey, Claire e Marcia são três adolescentes que foram sequestradas por Kevin em um estacionamento. Enquanto são mantidas em cativeiro, as jovens começam a perceber que o homem possui múltiplas personalidades – 23, exatamente – e é capaz de alterná-las com a força do pensamento. No decorrer da história, elas fazem de tudo para escapar dessa prisão inconstante.

Kevin Wendell Crumb é interpretado por James McAvoy, o qual soube representar muito bem o distúrbio que o personagem enfrenta e que resulta em suas diversas personalidades. Devido a isso, Kevin assume vários papéis: Barry é um jovem homossexual que estuda moda, Dennis é um homem sério que possui TOC e é obcecado por limpeza, Patricia é uma fanática religiosa, Hedwig é uma criança de 9 anos… Essa é apenas uma pequena parcela dos vários personagens que vivem dentro do corpo de Kevin. O trabalho de McAvoy, portanto, pedia uma imensa flexibilidade artística, a qual o ator soube atender perfeitamente. Em poucos instantes, percebíamos sua feição mudar de loucura à ingenuidade.

Durante a trama, somos apresentados à Dra. Fletcher, uma psicóloga que acompanha o tratamento de Kevin e que acaba envolvendo-se com o estudo desse distúrbio. Outra personagem de grande destaque é Casey, uma das adolescentes sequestradas. Vários flashbacks da infância da menina aparecem durante o filme, mostrando principalmente o momento em que ela aprendeu a caçar e a relação com seu tio.

O clima sinistro e extremamente tenso psicologicamente faz o filme atrair a atenção do espectador durante todo o tempo, intrigando-o e provocando questionamentos quanto ao desfecho. O diretor Shyamalan já anunciou que o filme terá uma continuação, que está prevista para 2019.


E você, o que achou do filme? Envolvente ou decepcionante? Me conta =)

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Making a Murderer

| 26 de março de 2017

Produzida pela Netflix, Making a Murderer é um documentário que retrata a história completa de Steven Avery

O jovem foi preso e acusado de ter estuprado uma mulher. Porém, 18 anos depois, foi liberado da cadeia e declarado inocente por meio de um exame de DNA.  Steven, então, retorna ao ferro-velho onda morava com sua família na cidade de Manitowoc, Wisconsin.

Acreditando que seu pesadelo havia acabado, ele se vê mais uma vez como destaque na mídia quando é indicado como o principal suspeito do assassinato de Teresa Halbach, uma jornalista e fotógrafa. Os ossos carbonizados da vítima são encontrados no quintal da casa de Steven, o que aumenta ainda mais a suspeita de que ele seria o autor do crime.

A história retrata um sistema judiciário norte-americano longe do que imaginamos e do que é retratado em séries e filmes: há falhas, mentiras, imparcialidade e muitos outros problemas que apontam para uma justiça fraca e manipulada. 

Nos dez episódios da primeira e única temporada até o momento, a série acompanha a investigação e o julgamento de Steven e seu sobrinho Brendan Dassey, que também foi acusado de ter participado do crime.

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Entretenimento | Minha coluna dói

Salvem as livrarias!

| 16 de março de 2017

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?

Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece…..

Calma… Estou falando da primeira vez que entrei em uma livraria com conceito “megastore” – o ano era 1996 e o local Manhattan, dentro de uma Barnes&Noble com uns 5 pisos de livros, CDs, café e muita gente. Para os mais jovens, isso pode parecer normal (fácil de encontrar em qualquer shopping no Brasil), mas acreditem, não era. 

Ainda não existiam esses espaços por aqui. Livrarias não permitiam que os clientes manuseassem os livros – um balcão separava o objeto do desejo de você, e um funcionário servia de filtro.

Hoje, entramos nas livrarias e temos até dificuldade de encontrar vendedores, mas eles eram os “reis do pedaço” há alguns anos. No começo dos anos 90, íamos até a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (na Av. Paulista) em busca de livros importados na loja especializada em livros técnicos e quem mandava lá era um vendedor (conhecido como “bigode”) que dizia o que tinha e o que não tinha, e meio que determinava o que íamos levar ou não… Difícil de acreditar, não é?

Entrar em uma megastore era um “grito de liberdade” – a gente podia mexer, fuçar, folhear e nem precisava levar… Incrível. Elas chegaram ao Brasil logo depois e se tornaram parte de nossa cultura também. Minha filha mais velha deu seus primeiros passos dentro da FNAC do bairro de Pinheiros – era um passeio! Diversão e cultura.

Tudo mudou. Nas últimas semanas, notícias no jornal anunciaram a decisão da FNAC de deixar o país em função do baixo desempenho. Saraiva e Cultura passam por dificuldades, e colocam parte da culpa na Amazon, que desembarcou por aqui há poucos anos e já incomoda. A Barnes&Noble já quase não existe nos Estados Unidos. Nem a Borders (sua maior concorrente, fechada em 2011). As livrarias estão desaparecendo… Salvem as livrarias!

O mundo precisa das baleias e dos micos-leões-dourados. Ninguém questiona a importância das ararinhas-azuis no complexo ecossistema das florestas. E eu concordo com tudo isso. Mas insisto: salvem também as livrarias. Salvem também a boa prática da leitura. A descoberta de um novo mundo através das letras. Sou adepto (óbvio!) das novas tecnologias – leio livros e revistas em tablets e e-readers, mas não dispenso o “cheirinho” de um livro no formato clássico de papel (seria vintage?).

Termino meu apelo com essa famosa frase do poeta e jornalista Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”. Pensem nisso… E leiam sempre!

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7 filmes para assistir na véspera de Natal

| 23 de dezembro de 2016
A época mais linda do ano está chegando e eu preparei um post especial pra curtir essa data! Chame a família, faça a pipoca e prepare-se para curtir 7 filmes clássicos de Natal!
ESQUECERAM DE MIM (1990)
Kevin faz parte de uma grande família de Chicago que decide passar o Natal em Paris. Entretanto, o garoto de 8 anos acaba sendo esquecido em casa e, além de se virar sozinho, ele precisa defender a casa de dois ladrões atrapalhados.
 
O GRINCH (2000)
Grinch é uma criatura verde que odeia o Natal. Para impedir que a população de Quemlândiacomemore essa fata festiva, ele cria o seguinte plano maligno: invadir várias casas e roubar tudo que esteja relacionado ao Natal. Entretanto, seu esquema tem tudo para dar errado quando conhece Cindy Lou, uma jovem menina que quer descobrir o verdadeiro significado do Natal.
 
MILAGRE NA RUA 34 (1994)
Susan é uma criança de seis anos que, apesar de ouvir histórias sobre o Papai Noel, nunca acreditou que ele realmente existia. Certo dia, ela o encontra em uma loja de departamentos e começa a acreditar que, no fim das contas, os sonhos se tornam reais quando você realmente acredita.
 
UM DUENDE EM NOVA YORK (2002)
Buddy é um homem que se transforma em um elfo. Isso lhe causou problemas no local onde vive, o que faz com que ele se mude para Nova York a procura de seu pai, Walter. Ao encontrá-lo, logo se decepciona: Buddy descobre que seu pai não acredita em Papai Noel.
 
EXPRESSO POLAR (2004)
Billy está acordado na véspera de Natal e já não vê mais motivos para acreditar no Papai Noel. De repente escuta um barulho e se depara com um trem gigantesco na porta de sua casa, o qual tem como destino o Pólo Norte.
 
OS FANTASMAS DE SCROOGE (2009)
Ebenezer Scrooge é um milionário velho e rabugento que odeia o Natal. Certo dia recebe a visita de três fantasmas do Natal: do passado, do presente e do futuro. Eles o farão refletir sobre suas escolhas e sentimentos.
 
O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)
Jack é uma criatura fantástica que vive na Cidade do Halloween, a qual passa todos os anos organizando a festa de Halloween. Cansado dessa rotina, ele larga a cidade e atravessa o portal do Natal, onde o espírito natalino deixa a energia do local totalmente diferente. Decidido a levar esse espírito do Natal à Cidade do Halloween, Jack sequetra o Papai Noel e pretende fazer seu próprio Natal. 

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