Comportamento

Diário de TCC #2: Não vou mais aparecer?

| 4 de agosto de 2019

O segundo diário de TCC traz uma atualização importante sobre o formato do meu projeto e novidades de gravações! Foco na missão 😛

Clique aqui para assistir outros vídeos do canal!

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Comportamento

Big Little Lies e Budismo | Updates #3

| 18 de julho de 2019

PLANEJANDO…

Uma viagem de apenas um fim de semana. Esse momento da vida em que trabalhamos e estudamos ao mesmo tempo é praticamente impossível conseguir tirar vários dias para viajar, então tô me organizando dentro do possível – no caso, só um fim de semana kkkk. Buenos Aires é o destino mais cotado da lista, porque não precisamos de muitos dias para conhecer e fica pertinho de São Paulo… Compartilho aqui quando tiver mais novidades sobre isso, porque segue no planos das ideias! rsrs

ASSISTINDO…

The Handmaid’s Tale. Toda semana sai um episódio novo da terceira temporada e a série fica cada vez melhor! A trama é envolvente e traz uma super reflexão sobre nossa sociedade – eu inclusive escrevi sobre isso nesse post aqui. Outra série que viciei nesse último mês foi Big Little Lies. Eu sempre ouvi falar muito bem, mas só dei uma chance pra ela agora e virou uma favorita! O elenco conta com Reese Whiterspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Meryl Streep… Só nomes de peso! Garanto que a história vai te prender.

LENDO…

Budismo para Leigos. Sempre tive curiosidade em conhecer mais sobre o budismo. Me identifico com algumas crenças e agora estou estudando, aos poucos, sobre a filosofia. Parte do meu interesse veio da Monja Coen, que eu comecei a acompanhar no YouTube alguns anos atrás e já assisti uma palestra ao vivo. Ela é pura luz e sabedoria! Talvez isso tenha despertado uma parte dentro de mim que estava à procura de alguma “religião” que me representasse no atual momento de vida. 

OUVINDO…

Elton John sem parar! Fui ao cinema assistir Rocketman e tive uma sessão nostalgia: me lembrei da infância, quando ouvia os milhares de CDs que meu pai colecionava. Conheci Elton John ali e assistir ao filme foi como voltar naquela época. 

Conta pra mim: o que você tá assistindo, lendo, amando nesses últimos tempos?

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Comportamento

Eu não quero mais o status da SPFW

| 28 de abril de 2019

Alguns dias atrás ouvi um podcast da Thereza Chammas, que escreve para o blog Fashionismo, e o conteúdo do áudio me fez pensar. Ela falava sobre o Coachella, festival de música que acontece todos os anos na Califórnia. Sempre foi hypado e caro. Os artistas e influenciadores desfilavam por lá com seus looks totalmente instagramáveis. Eu mesma fui fã do Coachella por anos. Aqui no blog, por exemplo, tem vários posts reunindo looks memoráveis do evento. Mas depois de ouvir a reflexão da Thereza, em que ela explica como esse sistema anda tão desinteressante, percebi que concordava com tudo e comecei a fazer minha própria análise, dentro da minha própria realidade.

No meu primeiro ano de faculdade (e também de mercado de trabalho) consegui um ingresso para a São Paulo Fashion Week. Foi minha primeira vez em um evento que, até então, me parecia tão distante. Algo inatingível, sabe? Rolou vlog no canal e até post no blog. Aquilo significou demais pra mim… Era, de verdade, como realizar um sonho! Mas esse sonho passou. 

Hoje, não tenho mais vontade alguma de ir à SPFW. Perdeu o hype, o glamour, o status que tudo isso tinha pra mim. E agora, depois de ouvir o podcast da Thereza, dá pra relacionar totalmente com o caso do Coachella. Os looks do pessoal que passa pelo festival são incríveis? Claro que são! Mas é um festival de música. Durante os dois finais de semana do festival, eu abria o Instagram e via as mesmas imagens. As mesmas blogueiras faziam as mesmas poses em frente aos mesmos cenários. Cansa, né? E na hora do show, a preocupação em gravar tudo e postar nos stories passava longe da vibe de curtir o momento. Acho que isso ficou bem saturado pra mim e com a SPFW é a mesma coisa.

Passaram mais alguns dias e chegou sábado, 27 de abril – exatamente três anos depois da minha primeira vez na SPFW, em 2016. Um modelo desmaiou na passarela durante o desfile e algum tempo depois anunciaram a sua morte. De primeira, qualquer um fica em choque com a notícia. É uma tragédia. No meu curto tempo acompanhando a indústria da moda, não me lembrava de ter visto uma fatalidade como essa. Mas, maior fatalidade ainda foi o que aconteceu depois. 

Depois do modelo desmaiar e ser retirado da passarela pra receber atendimento médico, o desfile continuou. As pessoas aplaudiram, os estilistas agradeceram. A SPFW divulgou uma nota lamentando a morte, mas os desfiles continuaram e a programação do evento permaneceu igual por opção das próprias marcas. Quando eu vejo coisas como essa, volta aquela ideia de como a moda é desumana. Para qualquer grife que emplaca uma coleção na semana de moda, é um momento de vitória. Mas é justo comemorar isso ao mesmo tempo em que outro ser humano perdeu a vida ali mesmo? Essa insensibilidade e falta de empatia é triste. Sem contar que essa tragédia teve destaque porque aconteceu na cara da sociedade e logo atraiu a atenção da mídia, mas têm milhares de pessoas vítimas da indústria da moda e que não tem os mesmos holofotes (vide o post sobre Rana Plaza). Acho que a moda vêm perdendo um pouco a graça. Ou talvez seja eu que, de uns tempos pra cá, tenho visto tudo com outros olhos…

Desde que percebi meu comportamento mudar em relação à moda, falei com algumas pessoas sobre o assunto para ouvir mais opiniões. Essa é a proposta do post: não ser apenas um objeto de reflexão, mas de diálogo e troca. Vamos expandir a conversa?

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Comportamento

Diário de TCC #1: Qual tema eu escolhi?

| 22 de abril de 2019

Os anos passaram voando e agora chegou o momento de fazer o TCC, o trabalho de conclusão de curso! Escolhi um formato digital, que pudesse ser acessado por todos, então o YouTube vai ser minha plataforma pra publicar uma websérie sobre a importância da gastronomia como preservação cultural dos imigrantes em São Paulo

No primeiro vídeo do meu diário de TCC, explico como cheguei nesse tema e mais outros detalhes que precisamos nos atentar antes de colocar a mão na massa e, de fato, começar a executar nosso projeto. Espero que gostem!

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Comportamento

Seu corpo não precisa ser perfeito – e esse termo nem deveria existir

| 1 de abril de 2019

Andei pensando sobre corpo. Como qualquer outra menina dos anos 90 (ou convenhamos, de qualquer outra época), eu cresci achando que o corpo perfeito era magro. Que bonito era sentar e a barriga não dobrar. Que doce só era permitido aos finais de semana. Refrigerante? Jamais, isso dá celulite! Já encarei dietas com vitamina de proteína, malhava todos os dias e cheguei a cortar da alimentação tudo que não era bem visto pelo suposto “ideal de corpo perfeito”. 

Mas as coisas mudam – ainda bem! A sociedade se transforma o tempo todo e, nessas de acompanhar as tendências, percebi que meu corpo não precisa ser perfeito. Na verdade, percebi que esse termo nem deveria existir. O que é perfeito, senão o padrão de beleza de décadas atrás? 

Quando sento, minha barriga pode dobrar – assim como pode ficar retinha. Posso comer doce todos os dias e optar por nunca me privar dos alimentos que gosto – assim como posso seguir uma alimentação super regrada e nunca comer besteiras. Posso tomar refrigerante sempre que der vontade – e daí se der celulite? 95% das mulheres têm e eu não sou diferente. 

Com isso em mente, separei textos incríveis que li na internet e abordam nossa relação com o próprio corpo. Você não precisa ser escrava de uma ideologia que prega a perfeição. Leia e faça bom uso!

Transformei meu corpo para caber em um vestido de noiva e não recomendo | Glamour Brasil

Ter um corpo perfeito não é tudo nessa vida | Superela

Quando entendi como amar meu corpo | Modices

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