Beleza

#TesteDoBatom: Vermeli, da Quem Disse Berenice

| 8 de setembro de 2018

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Entretenimento

A assustadora realidade de The Handmaid’s Tale

| 30 de agosto de 2018

O futuro de The Handmaid’s Tale é aterrorizante. Gilead era os antigos Estados Unidos, que após um golpe político, foi transformado em uma sociedade submetida à normas totalitárias. As mais prejudicadas com a mudança são as mulheres, que foram impedidas de trabalhar, ter seu próprio dinheiro e até mesmo ler. A partir desse momento, passaram a viver subordinadas aos homens e foram divididas em castas: as Esposas são mulheres inférteis, casadas com os Comandantes e que fazem parte da elite de Gilead; as Marthas também são mulheres inférteis, mas de classe social inferior, então desempenham trabalhos domésticos; por fim, as Aias são “servas” enviadas às casas dos Comandantes para procriar, já que são as únicas mulheres férteis que restaram na nação. Elas são submetidas a estupros ritualizados praticados pelo Comandante, enquanto a Esposa assiste a tudo e até participa do ato, segurando as mãos da Aia para ela não se mexer.

Todo esse sistema foi motivado pela questão ambiental: os Estados Unidos enfrentavam baixas taxas de fertilidade, causadas pela poluição e por doenças sexualmente transmissíveis. Para reverter esse quadro, um grupo assumiu o poder e criou Gilead, um novo estado fundamentado em regras totalmente conservadoras e com fundamentação religiosa.

A série produzida pelo serviço de streaming Hulu foi baseada no livro homônimo de 1985, escrito por Margaret Atwood. No entanto, apesar de ter sido escrita há mais de 30 anos, a história continua atual e traz uma reflexão acerca da sociedade em que vivemos.

É difícil ignorar o movimento feminista nos dias de hoje. O empoderamento feminino é pauta nas mais diversas produções cinematográficas e é o foco principal de The Handmaid’s Tale. As mulheres foram completamente subordinadas aos homens em uma sociedade conservadora, que reforça o machismo e que regride séculos. Sua participação fica minimamente reduzida ao título de Esposa, no caso de mulheres da elite. A situação é ainda pior com mulheres de classes marginalizadas ou que quebram alguma regra da nova constituição. De maneira nada sutil, a série traz o debate do movimento feminista e expõe uma sociedade totalmente patriarcal. Ainda que se passe no futuro, a dúvida levantada é como foi possível regredir tanto nos direitos conquistados pelas mulheres ao longo dos anos.

Serena Joy Waterford, uma das personagens principais da série, ilustra bem esse cenário. Foi apresentada como a esposa do Comandante Waterford, que aguarda a aia Offred lhe dar um bebê. No decorrer dos episódios, porém, percebe-se que Serena já foi uma ativista, escritora e participou da criação de Gilead. Após o novo governo ser finalmente implantado, ela percebe que limitou seu papel na sociedade que ajudou a criar. Uma das consequências foi sua carreira como escritora, que desapareceu com a nova legislação que proíbe mulheres de ler e escrever. Serena contribuiu para a origem de uma nova organização que extinguiria seus direitos como mulher.

A homossexualidade é abordada de maneira mais discreta, mas ainda é importante na série. A personagem Emily, ou então Ofglen, é considerada uma “traidora de gênero” porque é casada com outra mulher. O novo governo não tolera qualquer tipo de demonstração amorosa fora do que é considerado “padrão” por eles, ou seja, relacionamentos heteronormativos. As pessoas que quebram essa regra podem ser mortas ou enviadas às Colônias. Na série, Emily apenas não foi morta porque ainda é fértil e pode assumir a função de uma Aia.

O contexto político da nossa sociedade faz um paralelo direto ao de The Handmaid’s Tale. A série estreou em abril de 2017, poucos meses após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos. Os seus discursos polêmicos são repletos de declarações racistas e xenofóbicas. Não muito distante, temos o deputado Jair Bolsonaro, que já demonstrou diversas vezes ter comportamentos machistas e homofóbicos.

Em pleno século XXI, quem toma as decisões sobre o corpo feminino ainda são os homens. Por isso, mais do que nunca, a série tem extrema relevância para abordar (mesmo que na ficção), temas envolvendo a objetificação e controle da mulher.

Se você ainda não assistiu, fica aqui minha indicação! Aproveite para ler essa entrevista que fiz com a Madeline Brewer, atriz que interpreta a Janine. Vale a leitura para entender um pouco melhor sobre todo esse universo de Gilead!

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Viagens

O que você precisa saber antes de conhecer a Itália

| 19 de agosto de 2018

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Beleza

Trend capilar: morena iluminada

| 9 de agosto de 2018

Sempre fui uma morena zero adepta a transformações capilares. O máximo que fazia era alternar o cabelo em comprimentos diferentes, ora mais curtinho, ora mais longo. Porém, recentemente descobri uma nova técnica de coloração no cabelo que chamou minha atenção: o moreno iluminadoA ideia desse tom é ficar com cara de cabelo exposto ao sol, já que as luzes são bem sutis, como um leve reflexo. Isso dá uma leveza pro cabelo naturalmente escuro. 

Com o recente boom da tendência, fiquei curiosa pra testar e separei uma série de inspirações que farão você querer se transformar em uma morena iluminada. Vai que rola um incentivo pra vocês, que nem rolou comigo, né?

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Moda

Amarelo é a cor mais quente de 2018

| 6 de agosto de 2018

Segundo a Pantone, a cor de 2018 é a Ultra Violet – uma espécie de roxo vibrante. Mas… Você já percebeu que tá todo mundo saindo de amarelo por aí?

A cor voltou a ganhar visibilidade quando a Pantone, referência-mor no universo cromático e fashion, divulgou uma lista com 12 tons que aqueceriam a primavera 2018 do hemisfério norte. Lá estava o Meadowlark, uma versão menos vibrante do amarelo. Apesar da pesquisa ser de setembro de 2017, o tom foi conquistando seu espaço gradativamente, até se tornar um must-have do momento. 

Aqui no Brasil, o amarelo apareceu na última temporada de primavera/verão e permanece forte durante esse inverno, podendo inclusive se prolongar até o próximo verão. 

Agora a dúvida que fica é: como eu vou usar uma cor tão chamativa como essa?

O amarelo é uma cor muito vibrante, o que acaba assustando as pessoas mais habituadas ao clássico preto & branco & variações. O que não dá pra negar é que a cor traz uma super vivacidade ao look, servindo como um ponto de luz. Se você acha too much, experimente começar com algum acessório (bolsas, por exemplo), para depois ir migrando para peças mais impactantes. Outra possibilidade é apostar em uma cartela de tons mais clássicos, misturando o amarelo com cinza ou branco – essa combinação não tem erro!

A variação de tons também é um ponto importante para se adaptar ao amarelo. Aí, entra um universo de possibilidades: amarelo bebê, amarelo gema, amarelo açafrão, amarelo mostarda… Basta encontrar o que combina melhor com seu tom de pele e te deixe confortável de usar! 

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