Beleza

Back to MAC: como ganhar batons de graça!

| 16 de setembro de 2018

Nem todo mundo sabe, mas a MAC Cosmetics tem um programa incrível que presenteia consumidores da marca com batons de graça! O objetivo é cooperar com o meio ambiente, coletando embalagens usadas e reciclando-as.
 Aqui no Brasil, elas são destinadas à uma empresa que as transforma em cimento.

Para participar do Back to MAC, leve seis embalagens vazias (de vidro ou de plástico) a uma loja física e faça a troca ali mesmo por um batom de sua escolha!

Depois de guardar as embalagens por muito tempo, finalmente levei na loja e troquei pelo batom Russian Red, um vermelho clássico da marca – um pouco mais cremoso do que o Ruby Woo. Adorei minha escolha e depois volto com um #TesteDoBatom para contar mais sobre ele!

Leia mais sobre maquiagem clicando aqui!

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Beleza

#TesteDoBatom: Vermeli, da Quem Disse Berenice

| 8 de setembro de 2018

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Entretenimento

A assustadora realidade de The Handmaid’s Tale

| 30 de agosto de 2018

O futuro de The Handmaid’s Tale é aterrorizante. Gilead era os antigos Estados Unidos, que após um golpe político, foi transformado em uma sociedade submetida à normas totalitárias. As mais prejudicadas com a mudança são as mulheres, que foram impedidas de trabalhar, ter seu próprio dinheiro e até mesmo ler. A partir desse momento, passaram a viver subordinadas aos homens e foram divididas em castas: as Esposas são mulheres inférteis, casadas com os Comandantes e que fazem parte da elite de Gilead; as Marthas também são mulheres inférteis, mas de classe social inferior, então desempenham trabalhos domésticos; por fim, as Aias são “servas” enviadas às casas dos Comandantes para procriar, já que são as únicas mulheres férteis que restaram na nação. Elas são submetidas a estupros ritualizados praticados pelo Comandante, enquanto a Esposa assiste a tudo e até participa do ato, segurando as mãos da Aia para ela não se mexer.

Todo esse sistema foi motivado pela questão ambiental: os Estados Unidos enfrentavam baixas taxas de fertilidade, causadas pela poluição e por doenças sexualmente transmissíveis. Para reverter esse quadro, um grupo assumiu o poder e criou Gilead, um novo estado fundamentado em regras totalmente conservadoras e com fundamentação religiosa.

A série produzida pelo serviço de streaming Hulu foi baseada no livro homônimo de 1985, escrito por Margaret Atwood. No entanto, apesar de ter sido escrita há mais de 30 anos, a história continua atual e traz uma reflexão acerca da sociedade em que vivemos.

É difícil ignorar o movimento feminista nos dias de hoje. O empoderamento feminino é pauta nas mais diversas produções cinematográficas e é o foco principal de The Handmaid’s Tale. As mulheres foram completamente subordinadas aos homens em uma sociedade conservadora, que reforça o machismo e que regride séculos. Sua participação fica minimamente reduzida ao título de Esposa, no caso de mulheres da elite. A situação é ainda pior com mulheres de classes marginalizadas ou que quebram alguma regra da nova constituição. De maneira nada sutil, a série traz o debate do movimento feminista e expõe uma sociedade totalmente patriarcal. Ainda que se passe no futuro, a dúvida levantada é como foi possível regredir tanto nos direitos conquistados pelas mulheres ao longo dos anos.

Serena Joy Waterford, uma das personagens principais da série, ilustra bem esse cenário. Foi apresentada como a esposa do Comandante Waterford, que aguarda a aia Offred lhe dar um bebê. No decorrer dos episódios, porém, percebe-se que Serena já foi uma ativista, escritora e participou da criação de Gilead. Após o novo governo ser finalmente implantado, ela percebe que limitou seu papel na sociedade que ajudou a criar. Uma das consequências foi sua carreira como escritora, que desapareceu com a nova legislação que proíbe mulheres de ler e escrever. Serena contribuiu para a origem de uma nova organização que extinguiria seus direitos como mulher.

A homossexualidade é abordada de maneira mais discreta, mas ainda é importante na série. A personagem Emily, ou então Ofglen, é considerada uma “traidora de gênero” porque é casada com outra mulher. O novo governo não tolera qualquer tipo de demonstração amorosa fora do que é considerado “padrão” por eles, ou seja, relacionamentos heteronormativos. As pessoas que quebram essa regra podem ser mortas ou enviadas às Colônias. Na série, Emily apenas não foi morta porque ainda é fértil e pode assumir a função de uma Aia.

O contexto político da nossa sociedade faz um paralelo direto ao de The Handmaid’s Tale. A série estreou em abril de 2017, poucos meses após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos. Os seus discursos polêmicos são repletos de declarações racistas e xenofóbicas. Não muito distante, temos o deputado Jair Bolsonaro, que já demonstrou diversas vezes ter comportamentos machistas e homofóbicos.

Em pleno século XXI, quem toma as decisões sobre o corpo feminino ainda são os homens. Por isso, mais do que nunca, a série tem extrema relevância para abordar (mesmo que na ficção), temas envolvendo a objetificação e controle da mulher.

Se você ainda não assistiu, fica aqui minha indicação! Aproveite para ler essa entrevista que fiz com a Madeline Brewer, atriz que interpreta a Janine. Vale a leitura para entender um pouco melhor sobre todo esse universo de Gilead!

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Viagens

O que você precisa saber antes de conhecer a Itália

| 19 de agosto de 2018

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Beleza

Trend capilar: morena iluminada

| 9 de agosto de 2018

Sempre fui uma morena zero adepta a transformações capilares. O máximo que fazia era alternar o cabelo em comprimentos diferentes, ora mais curtinho, ora mais longo. Porém, recentemente descobri uma nova técnica de coloração no cabelo que chamou minha atenção: o moreno iluminadoA ideia desse tom é ficar com cara de cabelo exposto ao sol, já que as luzes são bem sutis, como um leve reflexo. Isso dá uma leveza pro cabelo naturalmente escuro. 

Com o recente boom da tendência, fiquei curiosa pra testar e separei uma série de inspirações que farão você querer se transformar em uma morena iluminada. Vai que rola um incentivo pra vocês, que nem rolou comigo, né?

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