Bistrô Paris 6: o hype é real?

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Fim de semana em Campos do Jordão

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Gastronomia

Bistrô Paris 6: o hype é real?

| 14 de outubro de 2018

Foto: www.acheiusa.com

Nessa edição do Restaurant Week (28/09 a 21/10), fomos provar alguns itens do cardápio famosíssimo do Paris 6. Todos os pratos recebem nomes de famosos, que costumam frequentar as unidades de São Paulo, Rio de Janeiro e mais outras cinco cidades brasileiras. A única unidade no exterior, localizada em Miami, fechou em julho deste ano. Mas e aí, será que o hype é real? Aqui, divido com vocês minha opinião (e a da minha família) sobre o Paris 6.

Restaurant Week é um festival gastronômico no qual os restaurantes participantes montam um cardápio especial com algumas opções de entrada, prato principal e sobremesa por um preço fixo. Nessa edição, o almoço sai por R$46,90 e o jantar custa R$58,90.

Entre as três opções de saladas como entrada, pedimos a Caprese. A apresentação era simples demais comparada ao padrão conhecido da casa. Veio um pedaço super pequeno de mussarela de búfala – e, no meu prato, ela nem veio.

Os pratos principais foram a melhor parte: todos estavam incríveis! Pedi um gnocchi de brie com molho de queijos e estava divino! Minha mãe fez a mesma escolha e também adorou. Meu pai preferiu um frango à parmeggiana gratinado com queijo emmental e meu irmão foi de picadinho de carne. Tudo estava delicioso, quente e muito bem servido.

Pra finalizar, sobremesas! O clássico do Paris 6 é o GrandGateau, um petit gateau com picolé disponível em mais de 40 versões. A opção do Restaurant Week era feito com banana picada, calda de creme de avelã, raspas de côco e picolé de cocada cremosa. Pro nosso paladar, é doce demais e acaba sendo enjoativo. Pedimos também o tradicional creme brulée, um creme de baunilha coberto com casquinha de açúcar queimado. O sabor estava bom, mas o creme poderia estar mais gelado e a casquinha mais quente.

No geral, foi uma experiência ótima levando em conta a qualidade da comida e o tamanho das porções. Saímos bem satisfeitos. Única coisa que vale a pena mencionar é o cardápio físico do Paris 6 no Restaurant Week: ele não existe. Frequentamos o festival há anos e esse foi o primeiro restaurante que pediu para acessarmos o cardápio em nosso próprio celular, em vez de fornecer um cardápio simples (e que é padrão do RW) com as opções para escolhermos. 

E você, já conhece o Paris 6? Gosta dos pratos servidos por lá? Me conta! 🙂

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Viagens

24h em Key West: o que fazer?

| 4 de outubro de 2018

Key West é a cidade mais ao sul dos Estados Unidos e faz parte das Florida Keys, um conjunto com mais de 800 ilhas na região da Flórida. Apelidado de caribe americano, fica mais próximo de Cuba do que de Miami, por isso tem forte influência da cultura caribenha. Grande parte das pessoas falam espanhol, os restaurantes fazem comidas típicas e há várias lojas com charutos cubanos à venda.

Nesse post, mostro os principais destaques da cidade e o que fazer se tiver apenas um dia por lá, assim como nós 🙂

A rua mais famosa de Key West é a Duval Street. Ela tem aproximadamente 2 quilômetros de extensão, o que pode ser facilmente feito a pé. Aproveite para conhecer as lojinhas e restaurantes que tem por lá. No meio do caminho, pare em alguma cafeteria ou doceria para provar a tradicional Key Lime Pie. A clássica tortinha de limão é a sobremesa mais famosa da cidade e é deliciosa! Provamos em lugares diferentes e não decepcionou. Ela ficou tão popular que o sabor já foi incorporado em cookies, torradas, balas e até chá!

O sistema de hospedagem conhecido por bed and breakfast é super comum em Key West. Os casarões antigos da cidade se transformaram em hotéis, que proporcionam uma experiência mais cultural e inserida no cotidiano. Os turistas ficam hospedados nos quartos da casa e têm direito ao café da manhã. Esse tipo de hospedagem funciona super bem para quem viaja sozinho, pois a maioria dos casarões são bem localizados (próximos da Duval Street). No entanto, vale reforçar que não há estacionamento, então atente-se à quantidade de bagagem que leva e se está de carro. 

O pier da Praça Mallory é o melhor lugar para ver o pôr-do-sol de Key West, um dos mais famoso do mundo! Todos os dias, centenas de pessoas se reúnem no local e fotografam o sol se pondo no mar. É simplesmente lindo!

Sloppy Joe’s é um dos bares mais conhecidos de Key West. Sua fama se deve ao fato de ter sido muito frequentado pelo escritor Ernest Hemingway na década de 1930. Hoje em dia, está localizado na Duval Street, mas a locação original fica na Greene Street, a poucos metros da atual, e agora tem o nome de Captain Tony’s Saloon.

Para comer, pedimos um prato super típico da região: fish and chips, que significa peixe com fritas em português. Também pedimos a versão com camarão e cada prato custou aproximadamente 16 dólares.

Se você é fã de Hemingway, a casa dele em Key West virou um dos maiores pontos turísticos da cidade. O espaço abriga os móveis em estilo colonial da época em que o escritor morava ali com a segunda esposa. Quando ele morreu, os novos proprietários decidiram preservar o imóvel e transformá-lo em um museu. A entrada custa 14 dólares e você encontra mais informações no site do The Ernest Hemingway Home & Museum.

Clique aqui e leia mais sobre a Flórida

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Viagens

Fim de semana em Campos do Jordão

| 26 de setembro de 2018

Comemoramos o aniversário do meu pai com um fim de semana repleto de comidinhas, natureza e família! Fomos passear por Campos do Jordão, cidade do interior do estado de São Paulo. No vlog, mostro como foram os dois dias que passamos por lá:

Clique aqui e leia mais sobre viagens

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Beleza

Back to MAC: como ganhar batons de graça!

| 16 de setembro de 2018

Nem todo mundo sabe, mas a MAC Cosmetics tem um programa incrível que presenteia consumidores da marca com batons de graça! O objetivo é cooperar com o meio ambiente, coletando embalagens usadas e reciclando-as.
 Aqui no Brasil, elas são destinadas à uma empresa que as transforma em cimento.

Para participar do Back to MAC, leve seis embalagens vazias (de vidro ou de plástico) a uma loja física e faça a troca ali mesmo por um batom de sua escolha!

Depois de guardar as embalagens por muito tempo, finalmente levei na loja e troquei pelo batom Russian Red, um vermelho clássico da marca – um pouco mais cremoso do que o Ruby Woo. Adorei minha escolha e depois volto com um #TesteDoBatom para contar mais sobre ele!

Leia mais sobre maquiagem clicando aqui!

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Minha coluna dói

Schhhhhpá!

| 12 de setembro de 2018

Foto:  Unsplash / @jeremyforlife

Schhhhhpá!

É mais ou menos assim o ruído que se tem ao abrir um tubo de bolinhas de tênis. E para quem gosta do esporte, esse som, seguido do cheirinho característico (um misto de borracha, feltro e cola) se transformam em um momento mágico. Vai começar um jogo.

O tênis foi criado por ingleses muito provavelmente no século XVI e é atualmente um dos esportes que mais movimentam dinheiro no mundo – seus principais atletas são como estrelas do jet set internacional, seus torneios famosos atraem multidões, sendo um esporte praticado em todo o planeta ao longo do ano, jogado em superfícies distintas, e por pessoas de qualquer idade.

Check.

Esse seria mais ou menos o ruído de meu lápis (quem me conhece sabe que eu uso) ao riscar mais um item da minha lista. Nesse caso, da lista de desejos, de sonhos, ou da bucket list, como ficou na moda falar há algum tempo.

Hoje é dia 30 de agosto e estou sentado na poltrona 1 da fileira M do setor 124 do Estádio Arthur Ashe no complexo de Flushing Meadows no bairro do Queens em Nova Iorque, onde é realizado anualmente o US Open, a maior competição de tênis dos Estados Unidos e uma das quatro que compõem o Grand Slam – nome que se dá aos principais torneios do mundo, que incluem também o Australian Open (realizado nos meses de janeiro em Melbourne), o Roland Garros (maio em Paris) e Wimbledon (junho na Inglaterra). Eu podia estar assistindo a qualquer jogo que já seria sensacional, mas a sorte me fez ainda mais feliz e estou vendo uma partida do suíço Roger Federer (aos não iniciados no esporte, é mais ou menos como assistir a um jogo do Pelé!).

Sua bucket list pode existir em algum papelzinho guardado na sua gaveta ou mesmo ser imaginária. Importa pouco. O que vale mesmo é ter uma! E ir além… Ter, manter e sempre deixá-la atualizada. A sensação de fazer um check nessa lista se transforma na energia que nos move na vida. Alcançar sonhos, independentemente de seus tamanhos e tipos é o que faz nossos olhos brilharem, esquecermos as dificuldades e seguirmos adiante. Monte a sua e experimente a sensação.

Game. Set. Match.

Com essa frase, o árbitro da partida encerra formalmente um jogo de tênis. E não poderia ser diferente meu jeito de encerrar esse pequeno texto.

E vamos atrás dos novos itens da lista. Sempre!

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